Letter To D'Alembert And Writings For The Theater

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: inglês
Editor: UNIVERSITY PRESS OF NEW ENGLAND, Janeiro de 2004 ‧
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In 1758, Jean Le Rond d'Alembert proposed the public establishment of a theater in Geneva and Jean-Jacques Rousseau vigorously objected. Their exchange, collected in volume ten of this acclaimed series, offers a classic debate over the political importance of the arts.

Letter To D'Alembert And Writings For The Theater

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9781584653530
Editor: UNIVERSITY PRESS OF NEW ENGLAND
Data de Lançamento: Janeiro de 2004
Idioma: Inglês
Dimensões: 152 x 229 x 32 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 444
Tipo de produto: Livro
Coleção: Collected Writings Of Rousseau
Classificação Temática: Livros em Inglês > Arte > Artes de Palco
EAN: 9781584653530

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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