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Les Males Dones

de Marilar Aleixandre
idioma: espanhol, catalão
Editor: Edicions Bromera, S.L., fevereiro de 2023 ‧
14,21€
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Rapades, vexades i humiliades. Era el destí que esperava a les recluses de la presó per a dones La Galera a finals del segle XIX. Empresonades per la misogínia imperant -per voler defensar la seua vida, la seua integritat o decidir sobre el seu cos-, les recluses eren convertides irremeiablement en assassines, en boges: en males dones. Les històries de Sisca, de 15 anys; de Concepción Arenal, visitadora de la presó, i de l'escriptora Juana de Vega, trenen el relat de Les males dones, una mirada intensa però necessària sobre com la literatura i la cultura es poden convertir en un camí per garantir esperança a les desesperades. Marilar Aleixandre ha estat distingida amb el Premio Nacional de Narrativa 2022 per aquesta novel·la en la que ha volgut donar veu a les dones oblidades i marginades, amb una escriptura poètica i acurada i construïda amb riquesa de registres literaris.

Les Males Dones

de Marilar Aleixandre

Propriedade Descrição
ISBN: 9788413585055
Editor: Edicions Bromera, S.L.
Data de Lançamento: fevereiro de 2023
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788413585055

SOBRE O AUTOR

Marilar Aleixandre

Marilar Alexandre - Marilar Aleixandre afirma que tem a língua fendida e que usurpou o nome da sua mãe. O seu primeiro poemário, Catálogo de Venenos (1999, premio Esquío), foi seguido por Desmentindo a primavera (2003, Xerais), Abecedário de árvores (2006) e Mudanças (2007, Premio Caixanova-PEN Clube), uma reescrita das metamorfoses desde as vozes das mulheres. Bióloga de formação, professora de Didáctica das Ciências na Universidade de Santiago de Compostela, mas com um pé na Costa da Morte, referência dos contos de Lobos nas ilhas (1996, Xerais), ou de histórias infantís como A vaca de Fisterra. Os seus romances mereceram prémios como o da Xerais por Teoria do Caos (2001, Xerais), o de Álvaro Cunqueiro por A Companhia Clandestina de Contrapublicidade (1998, Galaxia) e na literatura juvenil, o de Lazarillo por A Banda sem Futuro (Xerais, 1999, em português Âmbar, 2001), ou o da Crítica da Galiza por A expedição do Pacífico (Xerais, 1994; Dom Quixote, 1998); sendo a última Rua Carvão (Xerais, 2005) sobre o conflito no País Basco. Também publicou ensaio, teatro e guiões de banda desenhada.

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