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Le Naturalisme Au Theatre

de Émile Zola
idioma: francês
Editor: COMPLEXE, novembro de 2002 ‧
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La réédition des " Théories " du Naturalisme au théâtre d'Émile Zola, préfacée par Bernard Dort, constitue le premier volume de la collection " Le Théâtre en question ". Cette collection proposera de grands textes inédits ou aujourd'hui introuvables qui ont ouvert la voie au théâtre contemporain. Et quel texte fondateur plus injustement oublié que Le Naturalisme au théâtre, quel critique dramatique plus rarement cité parmi les théoriciens novateurs qu'Émile Zola ? Les historiens du théâtre prennent, à juste titre, comme date de l'avènement de la mise en scène moderne, la création du Théâtre-Libre d'Antoine, mais en omettant celui qui a posé les principes de cette révolution scénique, " le glorieux ancêtre " auquel Antoine ne cessera de se référer : " Je témoigne ici que tout le mouvement du Théâtre-Libre fut déclenché par son geste de puissant animateur. Pendant quinze années de luttes, il n'y eut pour nous d'autre certitude et d'autre réconfort que son approbation [...]. Par lui, nous avons conquis la liberté du théâtre, la liberté d'y porter tous les sujets, tous les milieux, le peuple, les ouvriers, les soldats, les paysans, toute la foule tumultueuse et magnifique. "

Le Naturalisme Au Theatre

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9782870279533
Editor: COMPLEXE
Data de Lançamento: novembro de 2002
Idioma: Francês
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Polar Gaia
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782870279533

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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