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L'Ateneu

de Raul Pompeia
idioma: catalão
Editor: EDICIONS DE LA ELA GEMINADA, julho de 2026 ‧
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El prestigiós internat Ateneu és vist per les famílies riques de Rio de Janeiro com un símbol d?excel·lència i disciplina. Però, quan el jove Sérgio hi entra per primera vegada, descobreix que darrere la seva aparença impecable s?hi amaga un món molt més inquietant. Sota la mirada vigilant del director Aristarco, haurà d?aprendre a sobreviure en un espai que funciona amb les seves jerarquies, tensions i normes no escrites.A través de l?experiència d?en Sérgio, la novel·la tracta temes com l?autoritarisme, el despertar sexual i les relacions de poder dins l?internat, que acaba funcionant com un reflex en miniatura de la societat brasilera del segle XI: un entorn corrupte, hipòcrita i cruel on la supervivència depèn d?aliances de poder. Així, Raul Pompeia, amb una prosa lírica i profundament sensible, construeix una novel·la de formació sobre la pèrdua de la innocència i el descobriment d?una realitat molt més complexa del que el protagonista s?havia imaginat.

L'Ateneu

de Raul Pompeia

Propriedade Descrição
ISBN: 9791399079081
Editor: EDICIONS DE LA ELA GEMINADA
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Catalão
Dimensões: 130 x 200 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9791399079081

SOBRE O AUTOR

Raul Pompeia

Raul Pompeia nasceu a 12 de abril de 1863, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Aos 11 anos de idade, o autor ingressou num internato, no Colégio Abílio, no Rio de Janeiro. Mais tarde, estudou Direito no Largo de São Francisco na Faculdade de Direito de São Paulo. Durante os seus anos de Faculdade de Direito, o autor tornou-se abolicionista e republicano. Optou por não exercer a advocacia após a sua licenciatura. Posteriormente, iniciou uma carreira no jornalismo, além de ser professor na Escola de Belas Artes e diretor da Biblioteca Nacional. Foi quando se tornou apoiante do governante autoritário Floriano Peixoto, que colidiu com alguns dos principais intelectuais do país. Atuou em movimentos favoráveis à abolição da escravatura e também pelo fim da monarquia e implantação da República. Porém, em função das suas posições polémicas e, muitas vezes inflexíveis, sofreu perseguições políticas, que acabaram por provocar a sua reprovação na faculdade. A 25 de dezembro de 1895, no Rio de Janeiro, o autor suicidou-se aos trinta e dois anos. É hoje considerado um dos principais representantes do Realismo e do Naturalismo e um dos grandes escritores do século XIX, na literatura brasileira.

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