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Las Nueve Perfectas

de Ngugi wa Thiong'o
idioma: espanhol
Editor: Cielo eléctrico, novembro de 2023 ‧
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Originalmente escrita y publicada en lengua bantú gikuyu, la lengua materna de Ngugi wa Thiong'o, como Kenda Muiyuru: Rugano rwa Gikuyu na Mumbi (2019) y traducido en ingles por el mismo autor en 2020, Las Nueve Perfectas trata de una reinvención epopéyica de la historia del pueblo Gikuyu de Kenia central. Esta edición bilingüe comprende la obra original en lengua gikuyu y su traducción al español. Con un lenguaje sabiamente sencillo, en Las Nueve Perfectas Ngugi wa Thiong'o pone al desnudo verdades eternas, fuentes de esperanza que templan el corazón y satisfacen la necesidad humana de saber que la vida tiene sentido. Con palabras, imágenes, figuraciones y mensajes nos muestra cómo hacer posible el gozo y la convivencia enriquecedora, sin omitir que, incluso entre la misma gente o la hermandad del clan humano, puedan darse grandes pero también solubles diferencias y desavenencias. De esa manera, con gran visión de lo real, nos advierte: "los desacuerdos que agudizan la mente son la piedra de afilar de la vida. Pero los desacuerdos que azuzan la espada son piedras de afilar de

Las Nueve Perfectas

de Ngugi wa Thiong'o

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412519174
Editor: Cielo eléctrico
Data de Lançamento: novembro de 2023
Idioma: Espanhol
Dimensões: 180 x 180 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 348
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788412519174

SOBRE O AUTOR

Ngugi wa Thiong'o

Ngugi wa Thiong'o nascido a 5 de janeiro de 1938 é um escritor queniano, que escreveu obras em língua inglesa e que posteriormente tem escrito em língua gikuyu. A sua obra inclui novelas, peças teatrais, contos e ensaios, da crítica social à literatura infantil. É o fundador e editor da revista gikuyu Mutiiri.

Em 1977, Ngugi wa Thiong'o escreveu uma peça de teatro no seu Quénia natal que procurava libertar o processo teatral do que ele dizia ser "o sistema geral de educação burguês", ao encorajar a espontaneidade e a participação da audiência na execução da peça. A peça não foi bem acolhida pelo autoritário regime queniano e o autor passou mais de um ano na cadeia.

A Amnistia Internacional tomou-o como prisioneiro de consciência, e o artista foi libertado da cadeia, saindo do país. Nos Estados Unidos, ensinou na Universidade de Yale durante alguns anos, e também na Universidade de Nova Iorque, nas áreas de "Literatura Comparada" e "Performance Studies". Ngugi vê muitas vezes o seu nome nas listas de candidatos ao prémio Nobel da Literatura. Thiong'o retrata como poucos a luta pela independência do Quénia.

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