10% de desconto

Las Confesiones Del Joven Nerón

de Margaret George
idioma: espanhol
Editor: B de Bolsillo (Ediciones B), março de 2019 ‧
15,24€
10% DESCONTO CARTÃO
Erigida sobre las espaldas de quienes se doblegaron antes ellos, la dinastía imperial de Julio César es tan poderosa como lo sea el último de sus líderes. En el Imperio romano nadie está a salvo de las más violentas traiciones. Ni los hombres, ni las mujeres... ni los niños. Margaret George, autora superventas del New York Times, ha conseguido, gracias a sus novelas, que los personajes más importantes de la historia cobren una vida esplendorosa. Ahora dirige su mirada hacia uno de los emperadores más carismáticos de la Antigua Roma... La herencia real de Nerón se convierte muy pronto en una amenaza para su vida, primero cuando Calígula, el emperador loco, trata de ahogarlo, después cuando su tía abuela intenta asegurar la herencia de su propio hijo. Enfrentado a espeluznantes actos de traición, el joven Nerón aprende una dura lección: es mejor ser cruel que estar muerto. Nerón idealiza los principios estéticos y atléticos de Grecia, pero para sobrevivir depende de su destreza a la hora de navegar a través del océano de víboras que es Roma, la más peligrosa de las cuales es su propia madre, Agripina, una mujer despiadada que se ha impuesto como única meta controlar el imperio. Mediante la astucia y el veneno, los obstáculos caen uno tras otro a medida que las maquinaciones de Agripina hacen que su hijo se haga con un título que desea tanto como teme. La determinación de Nerón de escapar del sometimiento de su madre lo transformará en el hombre que estaba destinado a convertirse: un emperador legendario. Gracias a una investigación impecable y una prosa fascinante, Las confesiones del joven Nerón es la historia del implacable ascenso al trono de un muchacho. Detallando su viaje desde su inocente infancia hasta su transformación en un soberano tristemente célebre, esta es una narración épica sobre aquello que un hombre está dispuesto a hacer para alcanzar el poder y, al mismo tiempo, sobrevivir. Reseñas:«Margaret George ha llevado a cabo el que quizá sea el acto más audaz de que es capaz un autor de novelas históricas: escribir una obra de ficción épica no solo favorable a Nerón sino, en buena medida, narrada por este. La aplaudo. E imagino a Nerón, ese entendido en las artes, observándolo todo desde el Elíseo.»Steven Saylor, autor de Roma: La novela sobre la Antigua Roma «Absolutamente fascinante.» Michelle Moran, autora superventas de La hija de Cleopatra y Nefertiti «Las confesiones del joven Nerón supone el regreso triunfal de una de nuestras mejores autoras de novelas históricas.» C. W. Gortner, autor de La última reina: La historia de Juana la Loca «En Las confesiones del joven Nerón Margaret George ha logrado que el antiguo villano predilecto de todo el mundo vuelva a cobrar vida... Un análisis intenso de una experta en una historia que creíamos que conocíamos.»Katherine Neville, autora superventas de El ocho y El círculo mágico

Las Confesiones Del Joven Nerón

de Margaret George

Propriedade Descrição
ISBN: 9788490708064
Editor: B de Bolsillo (Ediciones B)
Data de Lançamento: março de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 608
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788490708064

SOBRE O AUTOR

Margaret George

Margaret nasceu em Nashville, Tennessee, mas viveu em muitos sítios, começando as suas viagens aos quatro anos de idade, quando o pai se juntou aos serviços diplomáticos dos EUA e foi nomeado para um consulado em Taiwan. A sua família viajou num navio de carga chamado Telemachus (Telémaco), tal como o filho de Ulisses, que levou trinta dias para chegar a Taiwan, onde permaneceram dois anos. E depois viveram em Telavive (logo após a guerra de 1948, quando já estava relativamente calmo), Bona e Berlim (durante os dias de espionagem e Guerra Fria), antes de regressaram a Washington DC, na altura da mania do Elvis, onde Margaret frequentou a escola secundária. O primeiro texto publicado de Margaret, aos treze anos, foi uma carta à revista TIME, defendendo o Elvis dos seus detractores.
Mas foi em Israel que Margaret, uma ávida leitora, começou a escrever romances para se entreter quando ficou sem livros para ler. Curiosamente, o assunto de que tratavam não era sobre o que a rodeava no Médio Oriente, mas sobre o Oeste Americano, onde nunca tinha posto os pés. (Agora que vive no meio do Oeste Americano, escreve sobre o Médio Oriente!). Seguindo a observação de Emily Dickinson, "Não há nenhuma fragata como um livro", usou-a para ir até aos lugares mais longínquos. Agora adicionou uma outra dimensão a essa viagem, ao especializar-se em visitar tempos muito remotos.
Foi também em Israel que Margaret começou a criar cágados, uma paixão que ainda hoje mantém. Tinha uma grande afinidade pela natureza e isso levou-a a tirar os cursos de literatura inglesa e biologia, na Universidade de Tufts. Hoje tem uma participação activa em grupos de defesa ambiental e animal. Ter combinado os seus interesses levou-a à posição de escritora de ciências, no Instituto Nacional do Cancro em Bethesda durante quatro anos. O seu casamento significou mudar-se primeiro para St. Louis e, depois, para Upsala, na Suécia, e a seguir para o Wisconsin, onde ela e o seu marido viveram durante mais de vinte anos. Têm uma filha já adulta a viver na Califórnia e que pertence a um departamento de investigação de uma Universidade.
Entretanto Margaret continuou a escrever. Foi em St. Louis que teve a ideia de escrever uma "biografia psicótica" de Henrique VIII. Nunca vira nada assim, mas convenceu-se de que o rei fora vítima de más relações públicas e que devia salvar o seu bom nome. Os seus antecedentes em ciência significavam que apenas após ter investigado minuciosamente a bibliografia e os estudos sobre Henrique VIII é que embarcaria no romance propriamente dito. Procurou um historiador dos Tudor, na Universidade de Washington, para que ele lhe orientasse bibliografia, e começou daí. Passaram catorze anos desde a sua ideia inicial e a publicação da Autobiografia de Henrique VIII. O livro teve impacto por várias razões: primeiro, porque ninguém tinha antes escrito um romance sensível ao rei; segundo, porque abrangia toda a sua vida, desde antes do seu nascimento até depois da sua morte, fazendo-o ter quase mil páginas; e terceiro, por ser tão cheio de factos. Seguindo-se a Henrique VIII (1986), escreveu Maria, Rainha da Escócia e das Ilhas (1992) e As Memórias de Cleópatra (1997). E agora foi publicado A Paixão de Maria Madalena. As Memórias de Cleópatra foram transformadas numa minisérie pela ABC em 1999, com Timothy Dalton e Billy Zane.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR