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Lama e Alvorada

Poesia Reunida 1953-2015 - Volume I: Inéditos e Dispersos

de Afonso Cautela

editor: Edições Afrontamento, abril de 2017
Editar a poesia reunida de Afonso Cautela é trazer à superfície um tesouro enterrado até agora sob camadas profundas de sedimentos ou naufragado nalgum mar abissal.
Lama e Alvorada reúne em dois volumes a poesia de Afonso Cautela, escrita a partir de 1953. Este primeiro volume recolhe inéditos e dispersos. Grande parte dos poemas que dele constam são inéditos em livro, entendendo ainda, por «livro», o livro em papel. Alguns, em número muito menor, são poemas dispersos que foram ocasionalmente publicados em alguns jornais e outras publicações ou constituíram secções de livros coletivos.

Este é apenas um primeiro passo para tirar de um injusto desconhecimento ou mesmo esquecimento (no que à parte da sua poesia anteriormente editada diz respeito) uma obra poética que consideramos de inestimável valor. Incentivamos os estudiosos e os leitores da poesia portuguesa do século XX a darem os passos seguintes. O que neste volume se pretendeu foi fazer ascender a um sedimento mais próximo da superfície o que permaneceu até agora em estratos mais inacessíveis.

Lama e Alvorada

Poesia Reunida 1953-2015 - Volume I: Inéditos e Dispersos

de Afonso Cautela

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723615098
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: abril de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 230 x 34 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 568
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obscuro Domínio
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789723615098
Afonso Cautela

Afonso Cautela nasceu em Ferreira do Alentejo, em 1933. Professor do ensino primário e jornalista, exerceu várias atividades de emergência. No Algarve, contribuiu nos anos 1950 para a publicação dos jornais A Escola Nova e O Pintassilgo. Em Moura, Alentejo, ajudou depois a fundar o suplemento cultural Ângulo das Artes e das Letras, integrado no quinzenário A Planície, que obtém alguma reputação nos meios literários nacionais. Em 1958, lança e dirige os dois únicos números de Zero: Cadernos de Convívio, Crítica e Controvérsia. Em 1959 abandona o ensino e muda-se para Lisboa, onde a partir de 1965 se dedica ao jornalismo, profissão que exerceu até à reforma, depois de ter passado pelos jornais República (de 1965 a 1968), O Século (de 1982 a 1977) e A Capital (de 1982 a 1996), entre outros. De poemas seus, publicou dois livros, Espaço Mortal, em 1960, e O Nariz, em 1961. Nas Edições Sempre-em-Pé, em 2011, saiu um terceiro, intitulado Campa Rasa e Outros Poemas. Na sua intervenção cívica, destacou-se como fundador do Movimento Ecológico Português, onde criou e dirigiu o jornal Frente Ecológica. Da obra ensaística, numerosa, sobretudo nesse domínio, referem-se apenas três títulos: Ecologia e Luta de Classes, Depois do Petróleo, o Dilúvio e Contributo à Revolução Ecológica.

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