Lagoeiros
SINOPSE
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«As ilhas são um museu, mas um museu vivo. É frequente que os poemas assumam a forma de visita guiada a edifícios públicos ou privados, e então animam-se os artefactos, as pinturas bíblicas, os oratórios, um arsenal de referências católicas, de Habsburgos expatriados, de gente devota. Ninguém encena melhor esse teatro de sombras do que este poeta, com a sua sintaxe elíptica, as inversões vocabulares, os devaneios cromáticos, os adjectivos sintéticos, os remates luminosos como “flashes”. Alguns textos passam do particular ao geral com grande elegância e tornam-se poemas dramáticos, como “As Caldeiras” e “Hotel da Penha de França”, exercícios de quase ficção ou de intensidade emocional. Do museu vivo também fazem parte alguns encontros imediatos os furtivos, “ao modo de Kavafis”, poemas de sedução comovida e fria, que tornam homens concretos em figuras abstractas. E que acendem na noite um “pequeno fogo” precário.»
Pedro Mexia, Expresso
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896412616 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 151 x 232 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789896412616 |
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