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Lady Ludlow

de Elizabeth Gaskell
idioma: francês
Editor: OMBRES, novembro de 1999 ‧
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" Je suis une vieille femme maintenant et les choses ont bien changé depuis ma jeunesse. On voyageait alors en diligence avec six personnes à l'intérieur et l'on mettait deux jours pour accomplir un trajet que les gens font aujourd'hui en deux heures à grand renfort d'embarras et dans un fracas à vous rendre sourd. En ce temps-là, les lettres n'arrivaient que trois fois par semaine ; et même, dans certains coins d'Ecosse où j'ai séjourné dans mon enfance, il n'y avait de courrier qu'une fois par mois. Mais, alors, les lettres étaient des lettres ; on en faisait grand cas, on les lisait et on les étudiait comme des livres. Maintenant, la poste arrive bruyamment deux fois par jour, apportant de brefs messages, qui n'ont parfois ni commencement, ni fin, et se résument en une courte phrase dont les gens bien élevés n'oseraient pas user dans la conversation. Bon ! bon ! c'est peut-être le progrès ; au fond je le crois. Mais vous ne trouveriez pas aujourd'hui une seule lady Ludlow. je vais essayer de vous faire faire sa connaissance. ".

Lady Ludlow

de Elizabeth Gaskell

Propriedade Descrição
ISBN: 9782841421114
Editor: OMBRES
Data de Lançamento: novembro de 1999
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Raison D'Enfance
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782841421114

SOBRE O AUTOR

Elizabeth Gaskell

Elizabeth Cleghorn Gaskell nasceu a 29 de setembro de 1810, em Londres, Inglaterra. Ela era a mais nova de oito crianças, com apenas o seu irmão John a sobreviver à infância. William Stevenson, o seu pai, foi padre unitarista, e Elizabeth Holland, sua mãe, morreu 13 meses depois de dar à luz a sua filha mais nova, deixando um marido confuso, com pouca escolha, exceto mandar Elizabeth viver com a irmã da sua mãe em Cheshire. Elizabeth passou vários anos sem ver o seu pai, a quem era devota, e, à medida que foi crescendo, o seu futuro era incerto, uma vez que lhe faltava riqueza pessoal e um lar estável. Em 1832, casou-se com William Gaskell, que trabalhava como ministro assistente numa igreja Unitária em Manchester. Instalaram-se na cidade, e ela ajudou-o no seu trabalho, prestando assistência aos indigentes e trabalhando como professora na Escola Dominical, onde a leitura e a escrita eram ensinadas. A cidade de Manchester, onde a família vivia, esteve no epicentro de uma transformação cultural significativa e de ações políticas radicais. Elizabeth reconheceu estes conflitos sociais e utilizou-os na sua obra. Os seus romances oferecem um retrato detalhado das vidas de muitos estratos da sociedade vitoriana, incluindo os muito pobres. O seu trabalho é, por isso, de interesse tanto para os historiadores sociais como para os amantes de literatura.

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