Labirinto Mortal
SINOPSE
Inspirado em factos reais - nos homicídios ainda por solucionar de Gilgo Beach -, Labirinto Mortal leva-nos numa perigosa caçada a um alegado assassino em série que matou nove, ou talvez mais, prostitutas, escondendo depois os cadáveres numa praia.
À medida que Corey desvenda o caso, começa a suspeitar de que a dificuldade sentida pela polícia em resolver o crime pode não ser apenas resultado da sua inexperiência e incompetência. Pode ser algo muito mais sinistro.
Em Labirinto Mortal, temos o humor politicamente incorreto de John Corey, as suas excelentes competências de investigação, pouco ortodoxas, e ainda surpreendentes reviravoltas, que são a assinatura do autor bestseller n.º 1 do New York Times, Nelson DeMille.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Genuinamente emocionante.»
The New York Times
«O mestre do suspense inteligente e divertido.»
Bookreporter
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897546181 |
| Editor: | Marcador |
| Data de Lançamento: | junho de 2023 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 236 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 400 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789897546181 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Desilusão
AFalé
Sou fã de Nelson DeMille em geral e da série Jonh Corey em particular, por isso, assim que este novo livro foi publicado corri a comprar. O detetive Jonh Corey continua igual a si mesmo... inteligentemente sarcástico, no entanto, a história era possível de narrar em apenas 20 páginas, pelo que todas as restantes são dispensáveis. Com exceção dos últimos 2 capítulos não acontece absolutamente nada. O livro é aborrecido e pela primeira vez tive que fazer um esforço para acabar um livro de DeMille.
John Corey is back!
Paulo_Pereira
É, para mim, a criação suprema de Nelson DeMille. Um detective que usar o sarcasmo com a mesma velocidade com que empunha o seu revólver de serviço para despachar, sem grandes pruridos morais, os maus de serviço, que se mete sem sarilhos mais vezes que um miúdo irrequieto de 7 anos, politicamente incorrecto num mundo onde a cultura woke ameaça formatar as personalidades distintas e com uma generosidade amorosa que só encontra paralelo em James Bond. Pinga-amor, curioso profundo, é uma mistura clássica do Bruce Willis dos filmes Die Hard e do Dirty Callahan, uma das personagens icónicas interpretadas por Clint Eastwood. Qualquer livro em que ele entra devora-se, não num instante, porque perdemos demasiado tempo a rir-nos das tiradas irónicas, mas com deleite. Sejam agentes russos evasivos, fundamentalistas islâmicos com maus fígados, agentes corruptos das forças policiais, o mundo está mais seguro com Corey, aqui com o bónus do reencontro com uma das suas antigas, e fogosas, paixões. Altamente recomendável para quem gosta de thrillers feitos de reviravoltas, acção trepidante, diálogos acerados e com personagens marcantes.
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