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La Seconde

de Colette
idioma: francês
Editor: HACHETTE LITTERATURES, fevereiro de 1993 ‧
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«Il regardait les deux femmes sans les voir et broutait une rose. (...) - Beau Farou ! cria tendrement Fanny. La voix de Jane, plus douce, imita par jeu : - Beau Farou ! Et l'imitation fut si fidèle que Fanny, surprise, l'écouta comme un écho. Farou, atteint par la double voix, et par un chèvrefeuille d'Espagne, dont le parfum massif lui barrait le chemin, s'arrêta, psalmodia sa petite chanson rituelle : - Ah ! tout's ces femmes ! Tout's ces femmes ! J'en ai des femmes dans ma maison ! Il bâilla, parut s'éveiller et découvrir l'univers. Il remonta son pantalon de shantung qui tombait, se gratta la tête. Il était sans défiance ni coquetterie, heureux la plupart du temps, et jeune à quarante-huit ans comme les hommes qui n'acceptent autour d'eux, dans l'ordinaire de leur vie, que la compagnie des femmes. - Laquelle m'a appelé la première ? s'écria le Grand Farou.» Les infidélités d'un homme volage, la complicité entre deux femmes, la jalousie amoureuse : Colette orchestre ces thèmes avec talent pour en faire un roman plein de finesse et de subtilité.

La Seconde

de Colette

Propriedade Descrição
ISBN: 9782010192098
Editor: HACHETTE LITTERATURES
Data de Lançamento: fevereiro de 1993
Idioma: Francês
Páginas: 226
Tipo de produto: Livro
Coleção: Verte Aventure
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782010192098

SOBRE O AUTOR

Colette

Sidonie Gabrielle Colette nasceu em 1873 em Saint-Sauveur-en-Puisaye. Aos vinte anos casa com Gauthier-Villars, autor de romances populares mais conhecido pelo nome de Willy, e vai viver para Paris. Começa a escrever o seu primeiro livro, Claudine à L’École, que, depois de corrigido pelo marido, aparecerá em 1900 apenas com o nome deste. Aproveitando o enorme êxito obtido, Willy leva Colette a escrever mais cinco romances, que serão publicados como o primeiro, sem que figure o nome da autora. Em 1906, os Willy divorciam-se e Colette, para sobreviver, faz-se artista de music-hall, mas sem deixar de escrever. É essa experiência que será aproveitada em La Vagabonde (1911).
Em 1912, casa com Henri de Juvenel, escritor e homem de Estado, com quem vive até 1924. Em 1935, casa pela terceira vez, com Maurice Goudeket. Entretanto, continua a publicar os seus livros, que a foram impondo como a primeira escritora francesa dos nossos dias. Chéri (1920), Le Blé en Herbe (1923), O Fim de Chéri (1926), La Chatte (1933) e Gigi (1943) são as suas verdadeiras obras-primas.

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