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La Muñeca Ciega

de Giorgio Scerbanenco
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Akal, S.A., março de 2013 ‧
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Una muñeca a la que le han arrancado los ojos es abandonada en un hospital. Al mismo tiempo, el multimillonario Déravans, quien quedó ciego a causa de un accidente de tráfico, podría recuperar la vista mediante una intervención que sólo el doctor Linden, amenazado de muerte si se atreve a llevarla a cabo, es capaz de realizar. Jelling, un empleado de la Policía de Boston que cuenta con una sorprendente habilidad para recordar delitos y perfiles de criminales, tendrá que seguir las huellas de un crimen que aún no ha sido cometido para evitar un posible homicidio. Sirviéndose de la tensión inducida al lector a través de inquietantes señales casi imperceptibles y de la originalidad de la trama, Scerbanenco vuelve a lograr que el lector perciba el angustioso hedor «a salvaje, a jungla» que transmite La muñeca ciega.

La Muñeca Ciega

de Giorgio Scerbanenco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788446037439
Editor: Ediciones Akal, S.A.
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Espanhol
Dimensões: 121 x 179 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788446037439

SOBRE O AUTOR

Giorgio Scerbanenco

Filho de pai ucraniano e mãe italiana, nascido em Kiev em 1911 (à época parte do Império Russo), Giorgio Scerbanenco cedo emigrou com a família para Roma.
Aos 18 anos mudou-se para Milão, onde viveria até morrer.
Jornalista freelance, trabalhou em várias publicações italianas, sobretudo revistas femininas, tendo chegado mesmo a manter uma coluna muito popular de conselhos amorosos.
Começou a publicar romances inspirados nos clássicos de Edgar Wallace e S. S. Van Dine, usando um pseudónimo anglo-saxónico.
Apesar de ter ensaiado vários géneros narrativos, foi com os policiais negros que se tornou famoso, nomeadamente com o aclamado Quarteto de Milão, cujo início é Uma Vénus Privada.
De personalidade reservada, Scerbanenco notabilizou-se pelo retrato de pessoas fracas cruelmente vitimizadas pela sociedade, graças em parte, a durante anos ter respondido a cartas de leitoras das revistas femininas.

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