La Miel

de Tonino Guerra
idioma: espanhol
Editor: PEPITAS DE CALABAZA, outubro de 2018 ‧
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La miel es el relato del abandono de la gran ciudad con «todas esas uñas delante de la boca» y del regreso a los sabores y lugares de la infancia, a un pueblo donde vivían mil doscientas personas y ahora solo quedan nueve, uno de ellos el hermano del autor. La miel es la historia del rudo amor entre esos dos hermanos. Pero no solo es eso: es una película, el amarcord de una aldea abandonada; es la odisea silenciosa de esos últimos habitantes, esos nueve; es un canto a la civilización campesina, a los últimos ancianos; es el réquiem por su extinción. La miel es una rareza, un libro mágico, inagotable, que recoge como hojas secas, como agua de lluvia, las visiones, maravillas y miserias de los últimos días de un puñado de ancianos en su aldea. La miel es un libro de cuentos. La miel es poesía. La miel es un milagro. Para Tonino Guerra, La miel fue también el regreso a la poesía en verso, y al dialecto romañolo como lengua poética.

La Miel

de Tonino Guerra

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417386139
Editor: PEPITAS DE CALABAZA
Data de Lançamento: outubro de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788417386139

SOBRE O AUTOR

Tonino Guerra

"Tonino Guerra nasceu em Sant’Arcangelo di Romagna, na província de Forlì, em 1920. A sua fama internacional provém-lhe principalmente da sua atividade como argumentista cinematográfico, tendo colaborado sobretudo com Fellini ('Amarcord', 'Ginger e Fred', 'O Navio', etc.) e Antonioni ('A Aventura', 'O Deserto Vermelho', 'Blow-up', 'Para Além das Nuvens', etc.) mas também com Francesco Rossi, os irmãos Taviani, Tarkovski ('Nostalgia', a que há uma breve alusão no conto 'As Folhas da Cerejeira') ou Theo Angelopoulos. Contudo, possui igualmente uma vasta obra literária, não só narrativa, mas sobretudo poética no seu dialeto romanholo, em que a língua se torna instrumento de uma original transformação grotesca e fabulosa da realidade, representando sob forma fantástica o mundo dos humildes e dos marginalizados.
Como dizia Italo Calvino, "para Tonino Guerra tudo se transforma em conto e em poesia: de viva voz ou escrito ou nas sequências do cinema, em prosa ou em verso, em italiano ou em dialeto romanholo. Há sempre um conto em cada uma das suas poesias; há sempre uma poesia em cada um dos seus contos. E poesia quer dizer uma experiência precisa e concreta e inesperada, contendo dentro de si um sentimento e com o tom de uma voz que nos fala.". Faleceu em 2012.
Principais obras literárias:
Narrativa:
"L'equilibrio" (1967); "L'uomo parallelo" (1969); "I cento uccelli" (1974); "Il polverone" (1978); "I guardatori della luna" (1981); "L'aquilone. Una favola del nostro tempo" (com Michelangelo Antonioni, 1982); "La pioggia tiepida" (1984).
Poesia:
"I bù" (1972); "Il Miele" (1981); "La Capanna" (1985); "Il Viaggio" (1986).

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