10% de desconto

La Madre De George

de Stephen Crane
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Traspiés, dezembro de 2015 ‧
18,35€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis
A finales del siglo XIX en una sociedad capitalista, urbana e industrial donde solo importa el dinero y el ascenso social, el Bowery de Nueva York es un campo de batalla y los protagonistas de "La madre de George" (1896), la señora Kelcey y su hijo, víctimas de un medio implacable y sin escape que los desintegra física y moralmente. Era de justicia que recuperáramos en el XXI la figura de Stephen Crane, considerado por sus contemporáneos "contrario a los más nobles principios de la ética", y olvidado a lo largo del XX. Fue el "padre" del naturalismo norteamericano, un estilo que tiene en sus obras, "Maggie: una chica de la calle" (1893), "La roja insignia del valor" (1895) y "El bote abierto" (1898), algunas de las historias más hábiles de la literatura, casi dostoievskianas.

La Madre De George

de Stephen Crane

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494450327
Editor: Ediciones Traspiés
Data de Lançamento: dezembro de 2015
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Design e Ilustração
EAN: 9788494450327

SOBRE O AUTOR

Stephen Crane

Stephen Crane nasceu a 1 de novembro de 1871, em Newark, New Jersey.
Após frequentar o Claverack College – Hudson River Institute, Crane ingressou no Lafayette College, em 1890 e, no fim do primeiro semestre, já acumulara «deficiências académicas» suficientes para garantir a sua saída. Pouco depois, ingressou na Universidade de Syracuse. Mas também aqui a sua estada não se prolongou, já que passava a maior parte do tempo a jogar baseball. Apesar de ter conseguido a nota máxima em Literatura Inglesa, reprovou a tudo o resto.
O interesse de Crane pela guerra deu origem a uma obra-prima. Em 1895, é publicado The Red Badge of Courage, um grande êxito, tanto nos Estados Unidos como em Inglaterra, e que o torna internacionalmente célebre.
A sua morte prematura, aos 28 anos, parece ter posto fim a uma vida inteira.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR