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La Guerre Des Salamandres

de Karel Capek
idioma: francês
Editor: IBOLYA VIRAG, Janeiro de 2002 ‧
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Un jour, au large de l'Indonésie, le capitaine van Toch, découvre des salamandres vivant à faible profondeur près des côtes. Ce sont des êtres intelligents qui apprécient le contact de l'homme et l'aident efficacement dans l'exploitation des perles. Bientôt un commerce mondial se construit autour d'elles: l'homme les asservit, les exploite bêtement, les fait travailler à outrance. Les salamandres finissent par se révolter. Dissimulée sous beaucoup d'imagination et de fantaisie, " La Guerre des salamandres " est une satire du comportement humain. Capek lance d'innombrables pointes contre le pédantisme scientifique, les dessous du monde des affaires et de la politique. Ecrit avec un merveilleux sens de l'humour, ce livre unique en son genre témoigne d'une profonde connaissance, toujours actuelle, des hommes.

La Guerre Des Salamandres

de Karel Capek

Propriedade Descrição
ISBN: 9782911581021
Editor: IBOLYA VIRAG
Data de Lançamento: Janeiro de 2002
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: La P'Tite Etincelle
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782911581021

SOBRE O AUTOR

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de janeiro de 1890 - Praga, 25 de dezembro de 1938). Novelista, dramaturgo e encenador checo. Conhecido pela sua peça realizada em 1921, R. U. R. (Rossum's Universal Robots), a mais famosa, onde inventou a palavra ROBOT. Escreveu ainda a sátira "Power and Glory" e o drama "The World We Live In". Formou-se na Universidade de Praga. Foi também editor do jornal de Praga e ensaísta político.
Karel Capek é considerado o maior autor checo da primeira metade do século XX. Foi o maior novelista da Checoslováquia e representante do seu espírito democrático. As suas peças de teatro estrearam na Broadway pouco tempo depois da sua estreia em Praga e os seus livros foram traduzidos em várias línguas. Os seus textos são marcados por uma escrita clara e apelativa, que o torna excecional.
Morreu no dezembro anterior ao início da Segunda Guerra Mundial. A sua morte resulta de um período de uma pneumonia originada por uma greve de fome e recusa de viver no seu país, depois dos aliados terem rejeitado ajuda à Checoslováquia para a proteger de Hitler. A Gestapo classificou-o como inimigo público n.º 2. Depois da guerra o trabalho de Capek foi relutantemente aceite pelo regime comunista checo, já que enquanto em vida Capek sempre se recusou a acreditar na utopia comunista, como alternativa à ameaça nazi.

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