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La Guerra de las Slamandras

de Karel Capek
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Gigamesh, junho de 2019 ‧
5,10€
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Las salamandras son unos animales pacíficos cuyas habilidades cautivan a una humanidad que cabalga a lomos del progreso tecnológico desbocado del periodo de entreguerras.

La industria es la primera en aprovechar su enorme potencial; poco después, los gobiernos europeos las utilizan para impulsar el comercio, ganar territorio al mar y modernizar los ejércitos. Se les suministran herramientas, conocimientos, armas y un futuro del que ellas tomarán las riendas.

La Guerra de las Slamandras

de Karel Capek

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417507299
Editor: Ediciones Gigamesh
Data de Lançamento: junho de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 124 x 188 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Ficção Científica
EAN: 9788417507299

SOBRE O AUTOR

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de janeiro de 1890 - Praga, 25 de dezembro de 1938). Novelista, dramaturgo e encenador checo. Conhecido pela sua peça realizada em 1921, R. U. R. (Rossum's Universal Robots), a mais famosa, onde inventou a palavra ROBOT. Escreveu ainda a sátira "Power and Glory" e o drama "The World We Live In". Formou-se na Universidade de Praga. Foi também editor do jornal de Praga e ensaísta político.
Karel Capek é considerado o maior autor checo da primeira metade do século XX. Foi o maior novelista da Checoslováquia e representante do seu espírito democrático. As suas peças de teatro estrearam na Broadway pouco tempo depois da sua estreia em Praga e os seus livros foram traduzidos em várias línguas. Os seus textos são marcados por uma escrita clara e apelativa, que o torna excecional.
Morreu no dezembro anterior ao início da Segunda Guerra Mundial. A sua morte resulta de um período de uma pneumonia originada por uma greve de fome e recusa de viver no seu país, depois dos aliados terem rejeitado ajuda à Checoslováquia para a proteger de Hitler. A Gestapo classificou-o como inimigo público n.º 2. Depois da guerra o trabalho de Capek foi relutantemente aceite pelo regime comunista checo, já que enquanto em vida Capek sempre se recusou a acreditar na utopia comunista, como alternativa à ameaça nazi.

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