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La Guerra De Las Salamandras

de Karel Capek
idioma: espanhol
Editor: Libros del Zorro Rojo, setembro de 2025 ‧
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He aquí una fábula ejemplar y un clásico de la ciencia ficción que desnuda el mecanismo común a tantos regímenes totalitarios. Ejemplar porque sirve como ejemplo y anuncio, o como recordatorio histórico, aunque en principio solo pertenezca a la historia de la literatura. Un cuento ya clásico sobre la voracidad del capitalismo y también sobre el conformismo que le permite campar en cualquier circunstancia. El trabajo gráfico de Hans Ticha, que combina el arte pop con la herencia de las vanguardias históricas del siglo XX, en especial el constructivismo, acompaña y colma de sentido cada página de esta parábola de Karel Capek.

La Guerra De Las Salamandras

de Karel Capek

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412733983
Editor: Libros del Zorro Rojo
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 140 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Ficção Científica
EAN: 9788412733983

SOBRE O AUTOR

Karel Capek

Karel Capek (Malé Svatonovice, 9 de janeiro de 1890 - Praga, 25 de dezembro de 1938). Novelista, dramaturgo e encenador checo. Conhecido pela sua peça realizada em 1921, R. U. R. (Rossum's Universal Robots), a mais famosa, onde inventou a palavra ROBOT. Escreveu ainda a sátira "Power and Glory" e o drama "The World We Live In". Formou-se na Universidade de Praga. Foi também editor do jornal de Praga e ensaísta político.
Karel Capek é considerado o maior autor checo da primeira metade do século XX. Foi o maior novelista da Checoslováquia e representante do seu espírito democrático. As suas peças de teatro estrearam na Broadway pouco tempo depois da sua estreia em Praga e os seus livros foram traduzidos em várias línguas. Os seus textos são marcados por uma escrita clara e apelativa, que o torna excecional.
Morreu no dezembro anterior ao início da Segunda Guerra Mundial. A sua morte resulta de um período de uma pneumonia originada por uma greve de fome e recusa de viver no seu país, depois dos aliados terem rejeitado ajuda à Checoslováquia para a proteger de Hitler. A Gestapo classificou-o como inimigo público n.º 2. Depois da guerra o trabalho de Capek foi relutantemente aceite pelo regime comunista checo, já que enquanto em vida Capek sempre se recusou a acreditar na utopia comunista, como alternativa à ameaça nazi.

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