La Filosofia Del No: Ensayo De Unafilosofia Del Nuevo Espiritu Cientifico

de Gaston Bachelard
idioma: espanhol
Editor: Amorrortu Editores España SL, setembro de 2010 ‧
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Pensador de variados intereses, profesor de historia de la ciencia en la Sorbona, Bachelard ha sumado valiosos aportes al desarrollo de la epistemología contemporánea, inspirados en una original concepción de la dialéctica y de las sucesivas negaciones que presiden el refinamiento de las nociones científicas. ""La filosofía del no" no es psicológicamente un negativismo y tampoco lleva, frente a la naturaleza, a un nihilismo. Procede de una actividad constructiva. Pensar bien lo real es aprovecharse de sus ambigüedades para modificar el pensamiento y alertarlo. Dialectizar el pensamiento significa aumentar la garantía de crear científicamente fenómenos completos, de regenerar todas las variables que la ciencia, como el pensamiento ingenuo, había descuidado." En una prosa elegante y precisa, dentro del marco de una epistemología penetrante y sugestiva, Bachelard ofrece en este libro reflexiones acerca de los desarrollos de la física y la química, estudiando los intentos de apertura del pensamiento científico en tres dominios tan diferentes como son la categoría de sustancia, la intuición y la lógica.

La Filosofia Del No: Ensayo De Unafilosofia Del Nuevo Espiritu Cientifico

de Gaston Bachelard

Propriedade Descrição
ISBN: 9789505183159
Editor: Amorrortu Editores España SL
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Monografias, 212
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9789505183159

SOBRE O AUTOR

Gaston Bachelard

Gaston Bachelard nasceu em 1884, em Bar-sur-Aube, e faleceu em Paris em 1962. Licenciado em matemáticas, foi professor de ciências (1919-1930), num colégio da sua cidade natal, onde também teve que lecionar Filosofia, tomando aí o gosto por esta disciplina, à qual nunca mais deixou de se dedicar. Empreendendo novos estudos, torna-se agregado de Filosofia em 1922 e em 1928 publica as suas primeiras teses. A partir de 1930 torna-se professor na faculdade de Letras de Dijon e em 1940 na Sorbonne. Entrou para a Academia das Ciências morais e políticas em 1955 e obteve o Grande Prémio Nacional das Letras em 1961.

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