La Fe De Los Demonios

de Fabrice Hadjadj
idioma: espanhol
Editor: Editorial Nuevo Inicio, dezembro de 2021 ‧
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Muchos cristianos piensan que sus enemigos más peligrosos están entre los libertinos y los lujuriosos, sin embargo, los demonios son ángeles e ignoran los placeres de la carne. Otros los buscarían entre los ateos o los agnósticos, pero los demonios creen, nos recuerda Santiago, y tiemblan. No hay un solo artículo de fe que no tengan por cierto. Quizás lo demoníaco no sea algo tan exterior como imaginamos.Este libro no es un tratado de demonología, sino una reflexión sobre la lógica del mal, un pequeño breviario de combate (y de vulnerabilidad), una lección de ka(ra)tecismo para, como dice San Pablo, aprender a ?ejercer el pugilato, sin dar golpes en el vacío? (1 CoR 9, 26).

La Fe De Los Demonios

de Fabrice Hadjadj

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412470307
Editor: Editorial Nuevo Inicio
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788412470307

SOBRE O AUTOR

Fabrice Hadjadj

Fabrice Hadjadj nasceu em 1971, em Nanterre, numa família judaica de origem tunisina. Cresceu num ambiente secularizado e ideologicamente marcado pelo maoísmo, o que contribuiu para uma juventude atravessada por inquietações de carácter niilista. A sua primeira publicação, Objet perdu (1995), é uma coletânea com tonalidade niilista, organizada em colaboração com Claude Alexandre e John Gelder, que inclui textos de diversos autores, entre os quais Michel Houellebecq. Em 1998, confrontado com a doença do pai, iniciou uma intensa busca espiritual que o conduziu à fé cristã, tendo sido batizado na Abadia de Solesmes. Ainda assim, evita tratar esse momento como um ponto final, afirmando que a conversão «não é uma tarefa acabada, mas uma prova que permanece até à morte». Hadjadj tem lecionado filosofia e literatura na periferia de Paris e em Toulon, sendo atualmente diretor do Instituto Philantropos, na Suíça. Entre 2014 e 2016, foi membro do Pontifício Conselho para os Leigos, por nomeação do Vaticano. A sua obra distingue-se por um estilo vigoroso e refletido, em que a filosofia, a fé e a crítica cultural se entrelaçam numa escrita simultaneamente incisiva e pessoal.

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