La Conjura De Los Necios

de John Kennedy Toole
idioma: espanhol
Editor: Editorial Anagrama, maio de 2019 ‧
13,14€
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Una vez que se conoce a Ignatius Reilly resulta imposible olvidarse de él. Este tipo incómodo, inadaptado y sometido a la necesidad de conseguir trabajo se dedica a explicarnos el mundo a través de varios cuadernos. Por sus páginas se cuelan personajes entrañables o detestables, miserables y resignados, tristes u osados, hábiles y talentosos, torpes o engreídos, que se van encadenando irónicamente hasta formar un mosaico magistral. Un reflejo cruel del género humano que combina la tragedia y la risa casi a partes iguales. La novela trasciende, así, a ese protagonista de vida azarosa y divertida para convertirse en la crítica a una sociedad que, a menudo, castiga a quienes no siguen unos cánones determinados, a esos individuos cuya inteligencia queda solapada por un aspecto repulsivo y unas costumbres que sobrepasan lo excéntrico. Merecedora del Premio Pulitzer en 1981, La conjura de los necios es una lectura imprescindible.Concha QuirósLibrería CervantesIlustración de cubierta: Ricardo Cavolo

La Conjura De Los Necios

de John Kennedy Toole

Propriedade Descrição
ISBN: 9788433902320
Editor: Editorial Anagrama
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 14 x 21 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 392
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788433902320

SOBRE O AUTOR

John Kennedy Toole

John Kennedy Toole nasceu em 7 de Dezembro de 1937, em Nova Orleães. Suicidou-se, aos 31 anos, em 26 de Março de 1969. Sabe-se que não teve urna infância fácil, mas revelou ser um rapaz especialmente dotado - excelente aluno, talento para a música e para a escrita. Teve bolsas de estudo para frequentar as Universidades de Culane e Colambia.
Com apenas 16 anos, escreveu o seu primeiro livro - ""A Bíblia de Néon" -, que apresentou, sem êxito, a um concurso literário. E, durante os dois anos de tropa, em Porto Rico, escreveu um segundo e último romance - "Uma Conspiração de Estúpidos" - muito mais elaborado. Mas não teve melhor sorte. Começou por submetê-lo à apreciação de urna das mais importantes editoras americanas, que o recusou. E outras sete deram-lhe o mesmo destino.
A frustração que lhe foi criada por tal série de insucessos tê-lo-á levado ao suicídio. Mas quem poderia adivinhar que este seu romance viria, finalmente, a ser publicado em 1980 e, no ano seguinte, seria distinguido com o Prémio Pulitzer de Ficção?

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