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La Arquitectura De La Ciudad

de Aldo Rossi
idioma: espanhol
Editor: Editorial Gustavo Gili, S.L., abril de 2015 ‧
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Con cerca de cincuenta años de historia, este libro forma parte del imaginario de varias generaciones de arquitectos y sigue siendo una obra fundamental para comprender los procesos de conformación de la ciudad entendida como arquitectura. Desde que en 1966 se publicara La arquitectura de la ciudad por primera vez en italiano, la crítica al funcionalismo ingenuo, los conceptos de locus, monumento y tipo, o la recuperación del valor de la memoria colectiva en la arquitectura han permanecido para siempre en el debate teórico arquitectónico. En este texto, Aldo Rossi reclamó el valor autónomo de la arquitectura y reivindicó, en el marco de lo que él denominaba la "ciencia urbana", la obra singular y el monumento como los elementos fundamentales de la historia de la ciudad y de la memoria colectiva. Pero más allá de estas aportaciones y en la línea de otros autores, desde el iluminismo hasta la actualidad, con este ensayo Rossi abordó directamente los principios y fundamentos de la teoría de la arquitectura y propuso el establecimiento de un cuerpo científico autónomo que fundara la actividad de la arquitectura y condujera a la acumulación de las experiencias, al estudio ordenado de los problemas y a una enseñanza sistemática. En definitiva, uno de los textos programáticos más influyentes de la segunda mitad del siglo XX en arquitectura.

La Arquitectura De La Ciudad

de Aldo Rossi

Propriedade Descrição
ISBN: 9788425228209
Editor: Editorial Gustavo Gili, S.L.
Data de Lançamento: abril de 2015
Idioma: Espanhol
Dimensões: 159 x 234 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Arquitetura
EAN: 9788425228209

SOBRE O AUTOR

Aldo Rossi

Arquiteto italiano, Aldo Rossi nasceu a 3 de maio de 1931, em Milão. Em 1940, durante a Segunda Guerra Mundial muda-se para Como onde estuda num colégio de padres. Em 1949 ingressa no Politécnico de Milão e licencia-se em arquitetura em 1959. Durante o curso teve oportunidade de estagiar com alguns arquitetos como Ignazio Gardella ou Marco Zanuso.Pouco depois de se formar Rossi exerce funções docentes em várias escolas de arquitetura onde conhece alguns dos mais destacados arquitetos e teóricos da nova geração dos quais se destacam Ludovico Quaroni, Carlo Aymonino ou Fabio Reinhart. Na sequência do convite formulado por Ernesto Rogers, Rossi colaborou na revista Casabella Continuitá, assumindo a sua direção redatorial em 1964. Escreveu também para a revista Il Contemporâneo. Desde os primeiros desenhos confirmou-se a tendência de Rossi para a redução dos edifícios a algumas formas simples de influência clássica. A sua atenção aos tecidos urbanos enquanto factos históricos e garante da permanência dos lugares vivenciais do homem, imbuídos de conceções clássicas e tradicionalistas da cidade traduziu-se no seu famoso ensaio L'Architettura della Città (a arquitetura da cidade, 1966), um dos textos teóricos mais influentes da segunda metade do século XX.

O seu projeto mais importante desta altura foi o edifício de apartamentos do bairro Gallaratese, em Milão (1969-1973), um bloco linear assente em pórticos contínuos e rigidamente rasgado por janelas quadradas, em solução de absoluta repetitividade e simplicidade.Em 1971, associado a Gianni Braghieri, venceu o concurso para o cemitério de San Cataldo em Modena (projetado entre 1971 e 1976 e construído entre 1980 e 1985), uma "cidade dos mortos" idealizada formada por várias construções de carácter urbano cuja composição planimétrica remete para a imagem de um esqueleto. Projetou ainda edifícios de habitação e algumas escolas, como a de Fagnano Olona (1972-1976), ou a de Broni, cuja simplicidade volumétrica e rigidez compositiva faziam referência às formas de alguns jogos infantis. Mais tarde foi diretor do departamento de arquitetura da Trienal de Milão e, em 1980, projetou o famoso Teatro del Mondo, um edifício flutuante em forma de torre, construído em madeira para a Bienal de Veneza. As referências historicistas e classicistas marcaram os seus trabalhos posteriores, como o projeto para Fontivegge, em Perugia (1982), o restauro do Teatro Carlo Felice de Génova (1983) e o bloco de apartamentos de Friedrichstadt, Berlim.A sua crescente reputação internacional garantiu-lhe encomendas e convites para trabalhar um pouco por todo o mundo. As formas simples dos projetos de juventude tornaram-se mais rebuscadas e ornamentadas embora Rossi continuasse ligado a alguns elementos formais arquetípicos como o pórtico, o cubo, o cone, a galeria, as colunas cujo valor simbólico e plástico, pela referência a difusas memórias, ultrapassou as utilizações funcionais mais pragmáticas e banais.

Para além dos trabalhos de arquitetura, Rossi projetou inúmeros objetos industriais e móveis. Tornaram-se mundialmente famosas as cafeteiras desenhadas para a Alessi. Lecionou desde os anos sessenta em inúmeras universidades italianas, como Arezzo (1963), Veneza (1963), Milão e Palermo (1970), na Escola de arquitetura de Zurique (1972) e nos Estados Unidos (Universidades de Harvard, Yale e Cornell).

Em 1981 publicou Un Autobiografia Scientifica (Autobiografia Científica), um dos seus textos fundamentais. Em 1990 foi-lhe atribuído o prestigiado Pritzker Prize. Rossi morreu em setembro de 1997, vítima de acidente de viação.

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