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Katabasis

de R. F. Kuang
Editor: HarperCollins Publishers, agosto de 2025 ‧
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Katabasis, noun, Ancient Greek. The story of a hero's descent to the underworld.

Grad student Alice Law has only ever had one goal: to become the brightest mind in the field of analytic magick.

But the only person who can make her dream come true is dead and – inconveniently – in Hell. And Alice, along with her biggest rival Peter Murdoch, is going after him.

But Hell is not as the philosophers claim, its rules are upside-down, and if she’s going to get out of there alive, she and Peter will have to work together.

That’s if they can agree on anything.

Will they triumph, or kill each other trying?

2025’s most unexpected love story is going to be hell in the new novel by Sunday Times Number One Bestseller R.F. Kuang

Katabasis

de R. F. Kuang

Propriedade Descrição
ISBN: 9780008773854
Editor: HarperCollins Publishers
Data de Lançamento: agosto de 2025
Dimensões: 156 x 244 x 36 mm
Encadernação: Capa dura
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9780008773854

Academia = Inferno?

Anónimo

Neste livro, R.F. Kuang invoca, novamente, o genre de Dark Academia, com um ambiente onde o "sombrio" se representa precisamente pelas personagens deambularem pelo inferno. A premissa do livro é, inegavelmente, cativante. Dois pós-graduados que se aventuram pelo inferno adentro para recuperar o seu coordenador, o único especialista na área? I mean, qualquer pessoa inserida no meio académico iria buscar o coordenador ao inferno só para finalizar o projeto com sucesso...não é? NÃO É???? Continuando, a escrita de Kuang, como académica que é, apresenta uma riqueza inegável, uma construção de ambiente espetacular e referências a Dante, Vergílio, etc..., no entanto, as personagens parecem ocas. A nossa personagem principal, Alice, é arrogante, insuportável a certo ponto, e o seu companheiro, embora menos insuportável, não deixa de ser um personagem muito superficial, com pouca construção e uma plot line de doença que parece um pouco aleatória. Assim sendo, o livro é interessante, não propriamente leve, mas também não propriamente pesado ou intelectual, sendo que muitas vezes a autora explica as próprias referências exaustivamente. A construção, como disse, é interessante. Criar uma sátira onde o inferno de um estudante é uma faculdade? Foi engraçado. No entanto, sinto que a autora podia explicar menos as suas referências, sendo que corre o risco de ser redundante, e que as personagens podiam ter mais profundidade. Para qualquer pessoa que deseje entrar no universo literário de Kuang, especificamente nos seus livros de Dark Academia, penso que Babel é um livro mais adequado, com uma construção mais rica e melhor trabalhado.

Um dos melhores livros deste ano

Melissa Albuquerque

Adorei ler o Katabasis, recomendo-o a todos os leitores, sejam já amantes deste género como os que ainda têm este mundo para descobrir. A minha versão é uma edição especial em inglês de tirar o fôlego! Estava com receio de por ser em inglês tivesse alguma dificuldade, mas fui surpreendida pela positiva.

Knock Knock, O Primo Inferior de "Babel" Está à Porta

Anónimo

Este livro era, sem dúvida, um dos livros que mais antecipava ler este ano e, assim sendo, tinha expectativas altas e encomendei esta edição especial (que é maravilhosa). No entanto, embora ache que seja, indubitavelmente, um bom livro, não me surpreendeu ou prendeu como "Babel" e "Poppy War" fizeram. Primeiramente, a temática do livro e o cenário são, de facto, interessantes e desviam um pouco da fantasia que é consumida hoje em dia. De modo a criar o seu cenário, a escritora, tal como fez em "Babel", invoca o seu conhecimento dos clássicos e constrói uma imagem do inferno que inclui Dante, Virgilio e uma variedade de crenças religiosas, tornando, assim, o inferno num espaço volátil e neutro no que toca a crenças. Nesta perspetiva, a obra é bastante interessante. Como qualquer leitor da Kuang é capaz de reconhecer, a escritora tem uma habilidade fantástica de construir personagens principais antagonistas. A nossa personagem principal, Alex, consegue, por vezes, enfurecer o leitor devido ao machismo interiorizado do qual é, de certa forma, vítima, algo que se reflete ao longo do livro pelo seu discurso e atitude relativamente às suas colegas académicas e a purificação de ações imperdoáveis dos seus colegas e professores homens. No entanto, quando colocada em contexto, é possível perceber que a personagem se encontra num limbo de crenças e num período entre a segunda e terceira ondas do feminismo, tendo dificuldade em relacionar-se com uma. Em seguida, a viagem ao inferno tem o objetivo de recuperar o supervisor dos dois personagens, Alex e Peter, mas o final da obra cria um redemption arc na personagem da Alex que parece pouco satisfatório...sendo que estamos perante alguém extremamente egoísta e que subitamente sofre de uma mudança tão profunda que se torna boa pessoa. Todo o final, bem como a construção do Peter e da sua doença, parecem muito apressados e, por vezes, forçados. Resumindo, a ideia por trás da obra é interessante, mas a sua execução, embora não fosse propriamente má, falha nalguns pontos. Foi bastante apontado que é uma narrativa muito académica, com o qual eu não concordo pois a autora explica bastante bem todos os conceitos e deixa muito pouco nas entrelinhas para ser descoberto. Deste modo, acho que não merece 5 estrelas, como" Babel" e "Poppy War", mas também não é mau o suficiente para dar 3 estrelas, é um livro divertido de ler, mas para quem tenha expectativas altas derivadas das obras mencionadas acima, é apenas um bom livro.

SOBRE O AUTOR

R. F. Kuang

Rebecca F. Kuang é escritora, tradutora de mandarim e bolseira da Marshall Scholarship. É mestre em Filosofia, nas áreas de Estudos Chineses e de Estudos Chineses Contemporâneos, respetivamente por Cambridge e Oxford, em Inglaterra.
Venceu o Hugo Award e o Astounding Award for Best New Writer, bem como os prémios Crawford e Compton Crook para livro de estreia, A Guerra das Papoilas — o primeiro livro de uma trilogia já em publicação pela Desrotina —, além de ter sido nomeada para os Nebula, Locus e World Fantasy.

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