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Journal

de Arthur Schnitzler
idioma: francês
Editor: RIVAGES, outubro de 2012 ‧
9,54€
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Une série de configurations psychologiques à caractère intime : au premier plan, les problèmes du couple divorcé (Arthur Schnitzler et Olga se sont séparés en juin 1921), la relation aux enfants nés du mariage et les amitiés féminines de l'auteur sexagénaire.

Journal

de Arthur Schnitzler

Propriedade Descrição
ISBN: 9782743624200
Editor: RIVAGES
Data de Lançamento: outubro de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 110 x 171 x 15 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: Rivages Poche
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura
EAN: 9782743624200

SOBRE O AUTOR

Arthur Schnitzler

Arthur Schnitzler (1862-1931) foi um médico e escritor austríaco, considerado um dos grandes nomes da literatura de língua alemã na transição do século XIX para o século XX.
Nascido em Viena, no seio de uma família judaica de classe média-alta, Schnitzler formou-se em Medicina e especializou-se em psiquiatria. A sua experiência clínica influenciou profundamente a sua escrita, especialmente no que diz respeito ao interesse pelo subconsciente e pelas complexidades psicológicas das suas personagens.
No meio literário, Schnitzler tornou-se conhecido como um dos principais representantes da Jung-Wien, um movimento modernista vienense. A sua obra explora temas como o desejo, a moralidade e a hipocrisia social, frequentemente sob a forma de peças de teatro e narrativas curtas. Entre os seus livros mais notáveis estão O Tenente Gustl, um dos primeiros exemplos de fluxo de consciência na literatura, e A História de Um sonho, que inspirou o filme De Olhos bem Fechados, de Stanley Kubrick.
Schnitzler também foi alvo de controvérsia durante a sua carreira, especialmente devido ao carácter provocador das suas obras, que abordavam temas tabu como a sexualidade e a infidelidade. O seu trabalho foi criticado tanto pela sociedade conservadora da época como pelos anti-semitas. Apesar disso, o impacto literário do seu trabalho perdurou e foi frequentemente comparado a Nietzsche e Freud, com quem partilhou o interesse pela psicanálise e pela natureza humana.
O escritor viveu intensamente as transformações culturais e sociais de Viena no início do século XX, mas a ascensão do nazismo marcou os seus últimos anos. Schnitzler morreu em 1931, pouco antes de ver as suas obras banidas pelo regime nazi. Hoje, é considerado uma figura central na literatura modernista, com uma obra que continua a ser estudada e valorizada pela sua profundidade psicológica e a sua dimensão de crítica social.
Muitos dos seus livros foram adaptados para teatro e cinema.

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