Jorge Pinheiro - D'après Fibonacci e as Coisas lá Fora

de Jorge Pinheiro
idioma: português, inglês
Editor: Documenta, setembro de 2017 ‧
29,00€
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Publicado por ocasião das exposições paralelas e correlacionadas no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, e na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa […]. As 90 obras sobre papel apresentadas na Fundação Carmona e Costa, que aqui surgem reproduzidas, foram seleccionadas pelo poeta, curador e crítico João Miguel Fernandes Jorge, em estreito diálogo com o artista. Já a selecção das 66 obras expostas em Serralves, que incluem pintura, desenho e escultura, foi feita pelo artista Pedro Cabrita Reis.
[Maria da Graça Carmona e Costa e Suzanne Cotter]

PCR -- Falarmos daquilo que ainda não sabemos bem é muito importante. Provavelmente isso virá a ajudar outros.
JP -- De facto, nós não sabemos por que razões chegamos a determinadas coisas. Há tanto em jogo naquilo a que pomposamente se chama o acto de criação.
[Pedro Cabrita Reis - Jorge Pinheiro]

O meio-dia é a hora da sombra mais curta. Há pintores que transportam para a sua arte esse luzeiro mais vivo, em que o real aparece na sua plenitude. Creio que este poderá ser um dos aspectos dominantes dos desenhos [1969-2017] que Jorge Pinheiro reúne na Fundação Carmona e Costa, no Outono de 2017.
[João Miguel Fernandes Jorge]

Jorge Pinheiro - D'après Fibonacci e as Coisas lá Fora

de Jorge Pinheiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898834799
Editor: Documenta
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Português, Inglês
Dimensões: 232 x 282 x 28 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Arte > Pintura
Livros em Português > Arte > Pintura
EAN: 9789898834799

SOBRE O AUTOR

Jorge Pinheiro

Jorge Pinheiro nasceu em Coimbra, em 1931, e só depois de um curso comercial, entrou para a Escola de Belas-Artes do Porto, concluindo a sua formação académica em 1963. Nesse mesmo ano, integrou um grupo de alunos que, devido à classificação final no curso, tomou o irónico nome de "Os Quatro Vintes". Ângelo de Sousa, José Rodrigues e Armando Alves foram os seus companheiros numa série de exposições no Porto, em Lisboa e em Paris (1968-1971). Recebeu vários prémios e encontra-se representado em museus, como o Soares dos Reis, Serralves ou o Museu Nacional de Arte Contemporânea. Vive e trabalha em São Pedro do Estoril.

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