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Johnny Man - Lisboa | Porto, Luanda, Londres 1970-1975

de João van Zeller
Editor: Edições Afrontamento, outubro de 2024 ‧
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«Esta nova obra de João van Zeller transporta-nos mais uma vez a Angola e em particular à cidade de Luanda que ele amou duas vezes, a primeira nos anos 60 em plena juventude (Young Johnny) e a segunda uma década depois (Johnny Man). de ambas as vivências nasceram dois livros que descrevem e ilustram experiências únicas e irrepetíveis que o autor nos apresenta com a perícia de condutor de uma autêntica máquina do tempo. Uma viagem aliciante também para sociólogos e historiadores».
Onofre Martins dos Santos, Juiz Conselheiro do Tribunal Constitucional de Angola (2008-2017)

«Um livro inesperado por tudo o que tem de revelador. Factos desconhecidos dos bastidores da descolonização em Angola. Um olhar inédito de quem acompanhou o lado financeiro da derrocada económica de uma potência emergente. Uma obra igualmente surpreendente pelo que revela da honestidade intelectual do autor que, com uma franqueza quase arrebatadora, relata as suas próprias fraquezas e angústias em circunstâncias tão dramáticas quanto históricas».
Paulo Salvador, jornalista da TVI, natural de Lubango, Angola

«Este terceiro livro memorialista do autor é um relato rocambolesco de um promissor membro da juventude dourada portuguesa. A caminho das suas promoções profissionais, encontrou figuras literárias como Vladimir Nabokov, Jorge Amado, James Baldwin, artistas como Amália Rodrigues e Mary Martin, líderes políticos como os dos partidos de libertação, o Presidente da República do Zaire Mobutu Sese Seku, além de alguns dos protagonistas portugueses do 25 de Abril. O mundo bancário era representado pelo clã Espírito Santo. Mas também pelo segundo investidor em Angola, o First National City Bank, que ali fez uma grande injeção de capital pouco antes da Revolução de 1974, e que a perdeu. E do outro lado do Atlântico, o Secretário de Estado Henry Kissinger, com quem o autor também se encontrou, pouco se importava com o continente adormecido, comparado com o Vietname. Com humor e abundância de anedotas picantes e sensuais, João van Zeller oferece uma visão panorâmica da descolonização de Angola e da sociedade portuguesa. Relegado para o estrangeiro, lançou-se numa nova carreira internacional. Durante a sua vida profissional nos Bancos, o João observou: “A esmagadora maioria da gente abastada que encontrei em várias partes do Mundo nunca me pareceu feliz: a abundância parecia trazer obsessões doentias, securas, infelicidades, tudo bem antes de haver heranças”».
Dennis Redmont, jornalista, antigo correspondente da Associated Press em Portugal, e depois responsável pela área do Mediterrâneo, baseado em Roma

Johnny Man - Lisboa | Porto, Luanda, Londres 1970-1975

de João van Zeller

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723620818
Editor: Edições Afrontamento
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 237 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 460
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789723620818

Excelente leitura. Livro fluido, cheio de interesse humano e historico

Carlos Martins

Leitura facil e de grande interesse para a historia de Portugal e Angola, em especial neste 3o volume e no anterior. A leitura agarra-nos a cada pagina e a medida que se avança nasce uma vontade enorme de conhecer pessoalmente o autor, mesmo que tão somente para o cumprimentar, parabenizar por estes livros e ter o seu autógrafo. Recomendo vivamente a leitura da triologia Boy/Young/Man

SOBRE O AUTOR

João van Zeller

João Guilherme Andresen van Zeller, nascido a 15 de outubro de 1941, é natural do Porto, onde frequentou o ensino primário e secundário. Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, tendo durante o curso trabalhado na Secção de Imprensa Estrangeira do Secretariado Nacional da Informação, até 1967. Nomeado em finais desse ano Chefe dos Serviços de Imprensa, Rádio difusão e Televisão de Angola (CITA), após 1970 trabalhou 25 anos na banca, primeiro em Portugal e Angola até 1975, e depois em grandes bancos internacionais nos EUA, Reino Unido e Espanha. Regressou a Portugal na primeira metade dos anos 90, após ter criado uma empresa de consultoria de gestão. Continuou ligado ao setor financeiro, envolveu-se com a fundação e desenvolvimento da TVI, tendo assumido entre 2004 e 2005 a Presidência da Confederação Portuguesa de Meios de Comunicação Social. Dedicou-se até 2009 a uma propriedade sua no Douro, no setor dos vinhos, integrando então o Conselho Consultivo dos Vinhos do Porto e Douro, e fazendo até hoje parte do Conselho de Fundadores do Museu do Douro. Continua a dedicar-se à gestão, a que acrescem projetos de solidariedade social. Além de dezenas de artigos assinados em revistas e jornais nacionais e internacionais, as Edições Afrontamento publicaram dois livros memorialistas seus, sendo Angola – Duas Épocas, o terceiro.

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