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Je Meurs Comme Un Pays

de Dimítris Dimitríadis
idioma: francês
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS, setembro de 2005 ‧
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Qui n'a pas vu des gens mourir sur les routes martelés par une main invisible ne peut comprendre ce que représente, ce qu'est la mort d'un pays, pas plus que celui qui n'a pas senti son propre corps inexistant, inemployé, injustifié, insignifiant, indésirable, inassouvi, sa fameuse force motrice interrompue, rompue, coupée du feu intestin de l'émotion. S'il y a un héros dans ce livre apparemment sans personnage, c'est sans doute le langage, les mots, dont on exalte ici le pouvoir, capables qu'ils sont de "brûler la langue à jamais". Et plus précisément la langue grecque, dont on voit défiler, comme dans un fleuve en crue, des débris arrachés à toute son histoire, à tous ses registres - sans que l'on sache s'il s'agit là, comme l'annonce le texte, d'un ultime feu d'artifice avant sa disparition, ou au contraire, d'une démonstration de richesse et de vie renouvelées. M. Volkovitch

Je Meurs Comme Un Pays

de Dimítris Dimitríadis

Propriedade Descrição
ISBN: 9782846810975
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS
Data de Lançamento: setembro de 2005
Idioma: Francês
Dimensões: 124 x 199 x 4 mm
Páginas: 45
Tipo de produto: Livro
Coleção: Bleue
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782846810975

SOBRE O AUTOR

Dimítris Dimitríadis

Dimítris Dimitriádis nasceu em 1944, em Salónica, na Grécia. Fez estudos de teatro e de cinema, em Bruxelas, de 1963 a 1968. Aí, em 1965-66, escreve a sua primeira peça, O Preço da Revolta no Mercado Negro, levada à cena, em 1968, no Théâtre de la Commune d’Aubervilliers, com encenação de Patrice Chéreau.
Em 1978 foi publicada a sua primeira narrativa, Morro como País; em 1980, uma primeira série poética intitulada Catálogos 1-4; em 1983, outra peça de teatro, A nova Igreja do Sangue. Seguem-se A Oferenda - A Humanoidade, Preâmbulo a um Milénio (ficção narrativa, 1986), Catálogos 5-8 (poesia, 1986), A Elevação (teatro, 1990), A Desconhecida Harmonia do Outro Século (teatro, 1992), Catálogos 9, As Definições (poesia, 1994), O Princípio da Vida (teatro, 1995, levado à cena, nesse mesmo ano, por S. Lazarídis, no Teatro do Sul, na Grécia), Oblívio e mais Quatro Monólogos (2000, o monólogo Oblívio foi encenado em Paris, no Petit-Odéon, por Jean-Christophe Bailly; em 2001 e no Teatro de Bobigny, por Anne Dimitriadis; em 2002. Em Atenas, estreou no Teatro Attis, dirigida por Theodor Terzópulos), A Vertigem dos Animais antes do Abate (2000, teatro, peça levada à cena no Teatro do Sul por G. Churvardas no mesmo ano), Catálogos 10-12 (poesia, 2002) , Humanoidade 1 - Um Infindável Milénio e Humanoidade 7 ¬- Um Infindável Milénio (ficção narrativa, 2002, Prémio Nacional de Romance, na Grécia, em 2003), Procedimentos de Regularização de Diferenças (2003, teatro, representada no Teatro do Sul, com encenação de Guiórgos Lanthimos). Em 2003, Morro Como País foi representado no Théâtre du Rond-Point, em Paris, com encenação de Yannis Kokkos; em Florença, no Teatro della Limonaia, foram apresentadas Morro como país e A Vertigem dos Animais antes do Abate.
Dimítris Dimitriádis traduziu inúmeros autores, de Genet a Koltès. É desde 1980 colaborador da Edições Agra, em Atenas, editora responsável pela publicação da maioria das suas criações literárias e traduções.

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