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James Bond 2: Vive Y Deja Morir

de Ian Fleming
idioma: espanhol
Editor: ECC Ediciones, novembro de 2015 ‧
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Creado en 1953 por Ian Fleming, James Bond es uno de los personajes más famosos de la iconografía popular en todos sus medios, especialmente en literatura y en cine. Máximo exponente de un género más vital que nunca, el agente 007 es el espía por antonomasia, aunque sus novelas, inexplicablemente, han resultado durante mucho tiempo imposibles de encontrar en el mercado español. Ahora, ECC Ediciones ofrece una nueva edición completa de los 14 títulos que componen toda la producción de Bond salida de la pluma de su creador literario, con nuevas y muy cuidadas traducciones. En Vive y deja morir, segunda novela de la saga, el mejor espía de todos los tiempos es enviado a Nueva York para tratar de localizar a un agente de la peligrosa organización SMERSH: Mister Big, un despiadado gánster de Harlem que dirige todo un imperio del crimen y que parece estar utilizando un antiguo tesoro pirata enterrado en una isla jamaicana para financiar operaciones de espionaje soviético en suelo estadounidense. Un poderoso enemigo que, por si fuera poco, parece experto en las negras artes del vudú, algo que, a pesar de la ayuda que le presta la hermosa Solitaire, puede terminar incluso con Bond, James Bond.

James Bond 2: Vive Y Deja Morir

de Ian Fleming

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416581528
Editor: ECC Ediciones
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Espanhol
Dimensões: 140 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9788416581528

SOBRE O AUTOR

Ian Fleming

Ian Lancaster Fleming (1908-1964), nascido na aristocracia inglesa, foi o escritor e jornalista que criou a personagem James Bond, mais conhecido como Agente 007. Aquando do início da Segunda Guerra Mundial, começou a trabalhar como correspondente no jornal londrino Times e na agência de notícias Reuters, em lugares "imprevisíveis" como Berlim e Moscovo. Foi justamente na cidade russa que travou conhecimento com a arte da espionagem. Algum tempo depois, já fascinado pela ideia, ingressou no Serviço Secreto da Marinha Inglesa e, tal como a sua ilustre personagem, chegou ao posto de comandante, experiência que o ajudou a tornar-se rapidamente um dos autores mais empolgantes e prolíficos da história das novelas de espionagem. Fleming criou um ícone dos anos da Guerra Fria; foi uma questão de tempo para que o tema da espionagem e o agente secreto mais sedutor e perigoso chegassem ao cinema. Ian Fleming morreu de ataque cardíaco em Kent, Inglaterra, a 12 de Agosto de 1964.

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