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Irak, La Tetera Prestada

de Slavoj Žižek
idioma: espanhol
Editor: LOSADA, setembro de 2006 ‧
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Con este viejo chiste identifica ?i?ek el discurso del Gobierno norteamericano justificando la invasión de Irak: ?Irak tiene armas de destrucción masiva. Aunque no las tenga, colabora con los terroristas de Al Qaeda. Y aunque no colabore con ellos, su dictador es una amenaza para la seguridad mundial?.Incisivo, penetrante, pluridisciplinar, ?i?ek propone lecturas sociopolíticas inesperadas (?quizá esta guerra entre Estados Unidos e Irak ha sido la primera guerra entre Estados Unidos y Europa?), denuncia la aparición de los nuevos muros del siglo XXI, traza paralelismos radicalmente originales entre la narrativa política del momento y la tragedia griega, y llama a sus lectores a una revolución capaz de ?redefinir las reglas y los contornos del orden existente?, capaz en suma de ?practicar la utopía?.

Irak, La Tetera Prestada

de Slavoj Žižek

Propriedade Descrição
ISBN: 9788496375413
Editor: LOSADA
Data de Lançamento: setembro de 2006
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 245
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788496375413

SOBRE O AUTOR

Slavoj Žižek

Slavoj Žižek, nascido a 21 de março de 1949, é um filósofo esloveno, teórico cultural e intelectual.
Foi diretor internacional do Birkbeck Institute for the Humanities, na Universidade de Londres; é professor de alemão na Universidade de Nova Iorque, professor de filosofia e psicanálise na European Graduate School e investigador sénior no Instituto de Sociologia e Filosofia da Universidade de Liubliana.
O seu trabalho incide sobretudo sobre filosofia — particularmente hegelianismo, psicanálise e marxismo — e teoria política, bem como sobre crítica cinematográfica e teologia.
Escreveu mais de 50 livros em várias línguas e fala esloveno, servo-croata, inglês, alemão e francês. O estilo idiossincrático das suas aparições públicas, os frequentes artigos de opinião em revistas e os seus trabalhos académicos — caracterizados pelo uso de humor negro e exemplos de cultura popular, bem como por provocações politicamente incorretas — trouxeram-lhe fama, controvérsia e críticas, dentro e fora da academia.

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