Iracema

de José de Alencar
Editor: Clássica Editora, abril de 2021 ‧
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Clássico do romantismo brasileiro que consagrou José de Alencar como um dos maiores escritores do país. O livro narra a história da índia Iracema, a virgem dos lábios de mel, tabajara consagrada a Tupã, que se apaixona pelo português Martim, inimigo de seu povo.

Por esse amor abandona a tribo, tornando-se sua esposa. Tem o filho enquanto Martim está a lutar em outras regiões. Quando ele volta, Iracema entrega-lhe o filho e acaba por morrer. Seu filho, Moacir, representa o primeiro cearense, fruto da integração das duas raças. Na trama passada no início do século XVII, o amor proibido de Iracema é uma alegoria do processo de colonização do Brasil pelos europeus.

Obra Recomendada pelo Plano Nacional de Leitura para o 11º Ano de escolaridade.

Iracema

de José de Alencar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725614150
Editor: Clássica Editora
Data de Lançamento: abril de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 208 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 148
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Jovem Adulto
EAN: 9789725614150

Iracema - Lenda do Ceará.

Ilda Gomes

José de Alencar decidiu escrever uma lenda sobre a criação da sua terra natal, O Ceará. Durante toda a leitura consegui sentir um ambiente mágico à minha volta. Sentia-me naquelas terras distantes. É um livro imperdível. As vezes pode parecer difícil mas compensa o esforço que fazemos ao lê-lo.

SOBRE O AUTOR

José de Alencar

José Martiniano de Alencar nasceu a 1 de maio de 1829 em Messejana, no Ceará, Brasil. Escritor, advogado, deputado, político, novelista e dramaturgo, foi também o fundador do romance de temática nacional e Ministro da Justiça durante o reinado de D. Pedro II.
Membro da Academia Brasileira de Letras, o seu percurso inclui obras como A Viuvinha, O Guarani, As Minas de Prata, entre muitas outras. Considerado o precursor do romantismo no Brasil, era um escritor de vários estilos. Contudo, é com a trilogia indianista (O Guarani, Iracema e Ubirajara) que alcança a notoriedade.
Após abandonar a carreira política e magoado com o imperador D. Pedro II, é vítima de tuberculose e viaja para a Europa com o intuito de encontrar tratamento, porém, sem sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro a 12 de dezembro de 1877, com 48 anos.

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