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Intranquila Quietude
Editor:
Edições Vieira da Silva, fevereiro de 2015 ‧
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SINOPSE
Prefácio
Li os versos de José Guerra com os olhos de quem escreve poesia desde a data em que o José nasceu, e acredito que não serei o leitor médio, não só pela diferença de idades como pelo facto de eu estar ligado à poesia desde os anos 50 do século XX.
Será bom pelo lado de ser um apreciador de poesia e se calhar será mau pelo facto de não ser facilmente surpreendido - por muita poesia ter lido.
O que me atrai então nesta Intranquila Quietude?
A viagem interior que o José nos proporciona por vastos territórios da sua mente, alternando entre o reconhecimento de um mundo agreste e a tentativa de o encarar com calma, leva-nos pelo mar, pelos rios e sobretudo pelas estradas que só os Poetas podem apontar - aquelas por onde acordados sonhamos e somos conduzidos.
As palavras de solidão misturam-se com as de força e vontade, e é num esforço de nos transmitir uma mensagem que desvenda os seus pensamentos onde a alma do Poeta fica a nu.
Na poesia do José cabe o mundo inteiro - ele passa pelas árvores flores e pelas pedras com o mesmo à vontade poético com que nos lembra a existência da chuva ou a subtil criação da flor do sal - se tanto não bastasse havia ainda a admiração comum que temos por esse Poeta de eleição que é Al Berto.
Neste livro somos levados através da poesia em várias línguas numa demonstração que a alma poética assim que domina outras formas de se exprimir não hesita em alargar o universo dos leitores.
A poesia de José Guerra passando da exaltação à paz, pela noite, e desafiando a morte, tem o fim último de encontrar liberdade.
Termino este elogio a um Poeta que comecei a admirar, dizendo que não é por acidente que num dos seus poemas faz alusão à mitologia grega - realmente podemos encontrar na sua poesia a cada momento, a sexualidade contida, a beleza e o amor.
Foi um prazer colocar as minhas palavras antes daquelas que vos vão fazer verdadeiramente sonhar. Tens a minha admiração e amizade, José Guerra.
Carlos Peres Feio
Li os versos de José Guerra com os olhos de quem escreve poesia desde a data em que o José nasceu, e acredito que não serei o leitor médio, não só pela diferença de idades como pelo facto de eu estar ligado à poesia desde os anos 50 do século XX.
Será bom pelo lado de ser um apreciador de poesia e se calhar será mau pelo facto de não ser facilmente surpreendido - por muita poesia ter lido.
O que me atrai então nesta Intranquila Quietude?
A viagem interior que o José nos proporciona por vastos territórios da sua mente, alternando entre o reconhecimento de um mundo agreste e a tentativa de o encarar com calma, leva-nos pelo mar, pelos rios e sobretudo pelas estradas que só os Poetas podem apontar - aquelas por onde acordados sonhamos e somos conduzidos.
As palavras de solidão misturam-se com as de força e vontade, e é num esforço de nos transmitir uma mensagem que desvenda os seus pensamentos onde a alma do Poeta fica a nu.
Na poesia do José cabe o mundo inteiro - ele passa pelas árvores flores e pelas pedras com o mesmo à vontade poético com que nos lembra a existência da chuva ou a subtil criação da flor do sal - se tanto não bastasse havia ainda a admiração comum que temos por esse Poeta de eleição que é Al Berto.
Neste livro somos levados através da poesia em várias línguas numa demonstração que a alma poética assim que domina outras formas de se exprimir não hesita em alargar o universo dos leitores.
A poesia de José Guerra passando da exaltação à paz, pela noite, e desafiando a morte, tem o fim último de encontrar liberdade.
Termino este elogio a um Poeta que comecei a admirar, dizendo que não é por acidente que num dos seus poemas faz alusão à mitologia grega - realmente podemos encontrar na sua poesia a cada momento, a sexualidade contida, a beleza e o amor.
Foi um prazer colocar as minhas palavras antes daquelas que vos vão fazer verdadeiramente sonhar. Tens a minha admiração e amizade, José Guerra.
Carlos Peres Feio
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897364457 |
| Editor: | Edições Vieira da Silva |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 146 x 210 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 155 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789897364457 |
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