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Independentzien Eguzkiak

de Ahmadou Kourouma
idioma: espanhol, francês, basco
Editor: Erein Argitaletxea, S.A., novembro de 2023 ‧
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«Erritmo narratibo afrikarrera egokitzen dut hizkuntza [...]. Liburu hau afrikarrei zuzentzen zaie. Malinkeraz pentsatu nuen eta frantsesez idatzi, naturaltzat jotzen dudan askatasun bat hartuz hizkuntza klasikoarekiko [...]. Zer egin nuen? Besterik gabe, nire izaera askatu, nire pentsamendua adierazteko zurrunegia zitzaidan hizkuntza klasiko bat itxuraldatuz. Beraz, malinkera frantsesera itzuli nuen, hizkuntza frantsesa hautsiz erritmo afrikarra berraurkitzeko eta berreraikitzeko. Estilo malinke bat sortzen ahalegindu nintzen. Malinkeraz hausnartzen nuen, eta saiatzen nintzen aurkezten nola hautematen zuen malinke batek gertaera jakin bat, nola agertzen zitzaion bere gogoan. Malinkeraz pentsatzen nuen, eta kontua zen gero malinkeraz egindako arrazoiketa intelektual hori berritzultzea, transmititzea».

Independentzien Eguzkiak

de Ahmadou Kourouma

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491098737
Editor: Erein Argitaletxea, S.A.
Data de Lançamento: novembro de 2023
Idioma: Espanhol, Francês, Basco
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788491098737

SOBRE O AUTOR

Ahmadou Kourouma

Considerado um dos grandes nomes da literatura de língua francesa, Ahmadou Kourouma nasceu perto de Boundiali, na Costa do Marfim, e foi criado por um tio guineense. Educado no Mali, serviu no exército francês na Indochina entre 1950 e 1954, apercebendo-se nesta altura que muitos franceses se opunham ao colonialismo. Partiu depois para Paris e Lyon, onde estudou Matemática, casou com uma francesa e aderiu ao Partido Comunista.
Quando a Costa do Marfim se tornou independente em 1960, Kourouma regressou ao seu país para descobrir que o governo de Houphouet Boigny considerava-o um inimigo, mandando-o prender. Mudou-se para a Argélia, voltando em 1969, Houphouet Boigny nomeou-o para cargos administrativos nos Camarões e no Togo, bem longe da Costa do Marfim. Kourouma tentou escrever uma peça, mas foi proibida e nunca publicada.
O seu primeiro romance Le soleil des indépendances (1968) passava-se em dois países africanos, facilmente identificáveis como Costa do Marfim e Guiné. Tinham-se tornado independentes, reduzindo um príncipe Malinké à condição de pedinte sob o regime de partido único Houphouet Boigny e Sekou Touré, "grandes senhores da independência".
Em 1990, publicou o seu segundo livro, Monné, outrages et défis, que descrevia as conquistas francesas em África e procurava demonstrar como as doenças advinham desse período. Apesar de não ter sido um grande sucesso, ganhou o Nouveaux Droits de l'Homme, bem como mais 17 prémios literários. Em 1998, En attendant le vote des bêtes sauvages teve grandes vendas em África, algo pouco usual nesse Continente. Em 2000, Alá Não É Obrigado foi galardoado com o Prémio Renadout e o Prémio Gouncourt des lycéens.
Quando problemas internos levaram a uma guerra civil na Costa do Marfim, regressou a Lyon. Autor de nove livros infantis, Kourouma prometeu às suas filhas que escreveria mais sobre as crianças do seu país. Faleceu em França em Dezembro de 2003.

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