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Imagens Imaginadas

de Pedro Mexia

editor: Tinta da China, novembro de 2019
Depois dos filmes e dos livros, as artes plásticas: Novo livro de crónicas «temáticas» de Pedro Mexia, desta vez dedicado à pintura e à fotografia.
Para completar uma espécie de trilogia das artes, inaugurada pelos livros Cinemateca e Biblioteca, chega agora Imagens Imaginadas.

Do roubo do quadro O Grito à semiótica da actriz Cláudia Vieira; de pintores italianos do século xv à actualidade voyeurista de Julião Sarmento, entre muitas outras estéticas, Pedro Mexia partilha a sua perspectiva sobre artes plásticas ao mesmo tempo que acompanha o leitor num percurso pelos nomes maiores da pintura e da fotografia.

Imagens Imaginadas

de Pedro Mexia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896715250
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 200 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789896715250
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Excelente

MFC

Pedro Mexia faz uma importante recolha de crónicas sobre arte, fotografia, pintura e exposições, neste título que vem na senda dos seus livros Cinemateca e Biblioteca. Prosa encantadora. Excelente presente para amigos artistas. Capa maravilhosa assinada pelo pintor Pedro Chorão reflecte bem o que esperar de um livro tão esperado.

Pedro Mexia

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Escreveu crítica literária e crónicas para os jornais Diário de Notícias e Público, sendo atualmente colaborador do semanário Expresso. É um dos membros do Governo Sombra (TSF / TVI24). Foi subdiretor e diretor interino da Cinemateca Portuguesa. Publicou seis livros de poesia, antologiados em Menos por Menos (2011), a que se seguiu Uma Vez Que Tudo se Perdeu (2015) e a seleção pessoal de Poemas Escolhidos (2018). Editou os volumes de diários Fora do Mundo (2004), Prova de Vida (2007), Estado Civil (2009), Lei Seca (2014) e Malparado (2017), e as coletâneas de crónicas Primeira Pessoa (2006), Nada de Melancolia (2008), As Vidas dos Outros (2010), O Mundo dos Vivos (2012), Cinemateca (2013), Biblioteca (2015) e Lá Fora (2018, Grande Prémio de Crónica APE). No Brasil, saíram Queria mais é que chovesse (crónicas, 2015) e Contratempo (poesia, 2016). Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, Contemplação Carinhosa da Angústia; a antologia Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa [com José Tolentino Mendonça]; O Homem Fatal, crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues; e Nada Tem já Encanto, antologia poética de Rui Knopfli. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a coleção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

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