Ilha Terceira Maçónica
A história, as gentes, os lugares
Editor:
Âncora Editora, abril de 2026 ‧
ver detalhes do produto
10,80€
10% DESCONTO
IMEDIATO
U0ZkaFN6aDZiRFZTWldkTmJ6Tm1aREpJZWpZdmJWZFJSVk54VGxGTVoxQk9RM0pJT0RoWU1GTjZTR0ZqT0VwV2NFbHdTRk5WZUVneWRGWmFSV0oxY21GMVpYRllWMDFNY1d0Q1kwb3lkMnhTVWpNek1tSjZPVkpJVUdOdVJGcHBjemgyUlc5M1FteHJUR0p2UkM5UWNtNHJWWEp2Vm1aSmJFWkpUekZrV25oQ1FsUkNSM1JxWmpWcmMyRlVibEJJZEcxVmNsWk9iblpHYkdWTWNYQlBVQzlFVlRKVmIydHRPSFJhT0RWaGFXUkZRbUoyZVU1WVNVMVJkalZWYXk5M2J6VndjWEJ5ZEc5cVJuQlllSGxqT1hwSVowRnZTRk5FZDBkTGEwbG1hWE15VG5VdmVVWkpSakJqVkcxSWMwZFhRVXRHUTNwWmN6WmFkMDVSVVVveWFVNTFiM0ZKVFd4b1pWbE9Rak0yWjJwUlJFTlJNRzR4V1RBNVlXSm1NMmhFVVRKSFlUTlZjSE5VZW1sUE9XNHpLMXAwYUVaeloxcEphbk5hY0VaMlNqSXdjR1pyTWxkUmFUWlplVTh3VGl0c1dFazBVbXRsUWtOd1QwcFZjRGd5VVVOU2VqTXdibEJNYVU4M1NrWjZWR2wwV0hNME0xVkNkSFpwTTNOTGEwdGlRVUZ2YURad1lqQXhUbll2VGpCbmFqTlBXVlF3YWxkWk9HbHVkbVJYZEdvM04zWkRUVWh1UjJocmFpOUNaVlJaYUVkdk0wazJORFJOZDNOcGRHNW9UeXRIUlROMFdYazNiamRhWlVVMmQwTkhNVm96UkU5Q1FqVm1UakI2ZW1SUVRGcENSVWhWV0ZCSlJYZG9OMDl1YjJOUVpIY3pUbFpNVEU0elEya3ZhMjlsY1hwdWVUUnFURUZWUTJRNFRYZFlVazA0Y0UxNFNYbHNMek5CWVhkT1l5OTFVekZLUmtaemJuQlBRVGRVVkU0NVEzWmpkemwzZHpoeFFscElhbGhIZFdJeVJIRkhURGxvVnpOME1HSnJSbk5MVVRSdlFUMDk6ekIzRFBWTjNlTmVCaENleGNUaTJYZz09
SINOPSE
No ano em que se celebram os 50 anos da Constituição da República Portuguesa e, em simultâneo decorrente, o quinquagésimo aniversário da Autonomia dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, e onde já se prepara a comemoração dos 600 anos da Descoberta dos Açores, todos os contributos para divulgar a história das regiões insulares são, naturalmente, desejáveis, salutares e úteis participações para uma melhor compreensão dos portugueses acerca de si mesmos. E há muitos desconhecimentos dentro de tão pequeno país, que se tornam mais evidentes no que respeita à sua existência e ao viver nas ilhas. E, num mundo globalizado, tal é ainda mais de estranhar. Todos devemos contribuir para se ultrapassarem as ignorâncias secularmente persistentes, em cujos vazios cavalga o preconceito.
Se nos dois primeiros séculos da História dos Açores é impossível compreender o arquipélago sem analisar a influência da ordem religiosa dos frades menores, se nos séculos XVII e XVIII a preponderância modelar foi a da congregação da Companhia de Jesus, nos séculos XIX e XX, a ascendência determinante deveu-se às organizações fraternais da ordem da Maçonaria.
Ilha Terceira Maçónica vem dar a conhecer, de forma escorreita e acessível, o contributo de uma das ilhas centrais na influência e poder do arquipélago, de tal forma decisivo que, sem a sua acção, Portugal seria de tal modo distinto que talvez cumprisse a famosa distopia absolutista que Luís Corte-Real nos expôs em Lisboa Noir.
Se nos dois primeiros séculos da História dos Açores é impossível compreender o arquipélago sem analisar a influência da ordem religiosa dos frades menores, se nos séculos XVII e XVIII a preponderância modelar foi a da congregação da Companhia de Jesus, nos séculos XIX e XX, a ascendência determinante deveu-se às organizações fraternais da ordem da Maçonaria.
Ilha Terceira Maçónica vem dar a conhecer, de forma escorreita e acessível, o contributo de uma das ilhas centrais na influência e poder do arquipélago, de tal forma decisivo que, sem a sua acção, Portugal seria de tal modo distinto que talvez cumprisse a famosa distopia absolutista que Luís Corte-Real nos expôs em Lisboa Noir.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895910502 |
| Editor: | Âncora Editora |
| Data de Lançamento: | abril de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 163 x 242 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 104 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789895910502 |