I Tituba Black Witch Of Salem

de Maryse Condé
idioma: inglês
Editor: UNIVERSITY OF VIRGINIA PRESS, fevereiro de 2009 ‧
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This wild and entertaining novel expands on the true story of the West Indian slave Tituba, who was accused of witchcraft in Salem, Massachusetts, arrested in 1692, and forgotten in jail until the general amnesty for witches two years later. Maryse Condé brings Tituba out of historical silence and turns her into ""a sort of female hero”.

I Tituba Black Witch Of Salem

de Maryse Condé

Propriedade Descrição
ISBN: 9780813927671
Editor: UNIVERSITY OF VIRGINIA PRESS
Data de Lançamento: fevereiro de 2009
Idioma: Inglês
Dimensões: 141 x 217 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 246
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780813927671

SOBRE O AUTOR

Maryse Condé

Maryse Condé (1934-2024) nasceu em Guadalupe e é autora de uma vasta obra, que inclui romances, peças de teatro, literatura para a infância, ensaios e textos autobiográficos. Doutorada em Literatura Comparada pela Sorbonne, em Paris, teve uma importante carreira académica, não só em França, mas também nos Estados Unidos da América, onde lecionou literatura francófona em universidades como Harvard e Columbia.

Em 1976 publicou o seu primeiro romance Hérémakhonon (que significa «À Espera da Felicidade» na língua malinke da África Ocidental). Mas foi Ségou, editado em 1984, que projetou a escritora para a fama. O romance conta a história de um conselheiro real no Império Bambara da África Ocidental, que floresceu nos séculos XVIII e XIX, mas que entrou em colapso sob a pressão das forças europeias e islâmicas. No seu último livro, O Evangelho do Novo Mundo, Condé escreve uma espécie de testamento, no qual se interroga, com pesar, sobre a forma como o mundo gira. Trata-se de uma reinterpretação da Bíblia, transposta para Guadalupe, escrita em homenagem a José Saramago. O livro foi finalista do Booker Prize International em 2023.

Pelo conjunto da sua obra, a autora foi distinguida em 2018 com o Prémio New Academy, o «Nobel alternativo» de Literatura; em 2020 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito pelo presidente Macron e, em 2021, o Prémio Mundial Cino del Duca.

A escravatura, o colonialismo, o racismo, a identidade e a maternidade são temas determinantes na obra da autora, considerada como a mais importante voz das letras das Caraíbas. Nas palavras de Emmanuel Macron, presidente francês: «Gigante das letras, Maryse Condé soube pintar as dores e as esperanças, de Guadalupe a África, das Caraíbas à Provença. Numa linguagem de luta e esplendor que é única e universal. Livre.»

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