Humano, Demasiado Humano
O que nos torna únicos na era da inteligência artificial
SINOPSE
O que representa a IA para a nossa identidade? O nosso fascínio por ela decorre da singularidade que atribuímos à inteligência humana. Acreditamos que é a inteligência que nos diferencia. O receio da IA não diz respeito apenas à forma como ela invade as nossas vidas digitais, mas também à ameaça implícita de uma inteligência que nos desloque da posição de centro do mundo.
O livro visionário de Neil D. Lawrence mostra como estes medos devem ser relativizados. O atomismo proposto por Demócrito sugeria que era impossível continuar a dividir a matéria em partes cada vez mais pequenas. Revelando o que na inteligência humana pode ser substituído por máquinas, a IA parece estar a conquistar o último reduto, o núcleo derradeiro do que nos torna humanos.
Mas a ímpar inteligência humana evoluiu ao longo de centenas de milhares de anos. Ao comparar as nossas capacidades com as das máquinas, Humano, Demasiado Humano aprofunda as origens técnicas, a capacidade e as limitações dos sistemas de IA, e propõe o modo como devem ser geridos.
A compreensão da mensagem do livro permitirá ao leitor escolher o seu futuro, preferencialmente aquele em que a IA é uma ferramenta ao seu dispor e não um instrumento que o domina, promovendo assim o funcionamento de sociedades abertas, justas e democráticas.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Um livro de estreia verdadeiramente fascinante.»
Andrew Robinson, Nature
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897853425 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 157 x 229 x 30 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 504 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Exatas e Naturais
>
Outras Ciências
|
| EAN: | 9789897853425 |
OPINIÃO DOS LEITORES
A inteligência artificial poderá contribuir para a manipulação cognitivo-comportamental de pessoas ou grupos vulneráveis?
Eduardo Jorge S. G.
O livro "Humano, demasiado humano" de Neil D. Lawrence, é uma obra que nos propõe algumas ideias sobre o nosso lugar num mundo cada vez mais influenciado pela inteligência artificial. Convida-nos a refletir sobre o futuro da nossa relação com a tecnologia, explorando o fascínio que temos pela nossa própria inteligência. Por outro lado, defende que a inteligência artificial deve ser vista como uma ferramenta que nos auxilia, e não como um instrumento que nos domina.
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