Hoje é Sempre Ontem - Um Rio de Janeiro
Editor:
Tinta da China, agosto de 2013 ‧
ver detalhes do produto
22,41€
20% DESCONTO
IMEDIATO
YlhrNWExRmpXRWhLVEdreFVFWXdjRTFMTXpSbU1HRjVVemxYU0RGM1dWUTBPRzVrTmxRNWRIVXlNa3h2U25CVVFXcFRaRzlZY1ZoNk4wcFBhRzB4WkhwelYzbFRSRlJTTmsxT1VXaEZhVGxMZFhwMmJIQktVVUpVY1cwd1NrcFlhMjB3VVRjM2RGVlFaa1pVTXpKbVkyRlhjelF6VDBkMlZGaHFjazB4VkhOck9GbEhRMW93U2trM2FIZzRRMFpYVTBVeWJEbGxXVUZ6TTAxWU1TODVURk5FV1RSc2NEVmpkV04yUlVsU09HWTBjVWRtYkdWWWFVZHdNelF3YTIxM1pHVlBSemxwTWtOaE4xWTRaVWhGZFZBdloxVmFiMVFyZVhsWWVWUnhja3NyT1VoRVdHaFJkMjVsU1dJd1psRmpObkp0WWsxQmVpOUtOVmhoUWpCMFJUQlhURlV4UW1wVVZVMWtMMUpaV2xrMFYzbDFSREJsVkhSWmNVcG5VbFl2WjFrM05qTnRlV1ZxYzBKdmRIVm1lV1JDY0ZWRlN5OVhVMjh5VkVsT1VEbGFWMlpPUm5SS00weHNaMngyYW5CeFNtOWtialJJVTI0eldXTnFOMUF5U201TFZEQjFSRUZVTWpVMmEwbDZXRVIwTDBSclIwMUJNRFV5YlVGQmFHRmtXR1ZWTDBjd1FuRlNUR1JpWVU5MllqRmliM1ZzYTNSRk1GUkZPWGhvUjNOaVowSm1WVFUxTjNSYWQzSTFUM2hWTHk5WVNVTXJWR1IyVkV0NFVVUnNiM1phYmpGVVVHcEJkUzlUUlVKYVlVTnJialEyYTNOUlJrTTVjMUpsTlZaWU9FMVJZbmhvVGpRNFdscFZjM3BLT0d0NWMwazBPSGQzVDBGSUsxcFJRMnBQYTBvNFVUaHVWa3BOUm1aUGJUaEJOakUwTTFJck0yZHlWSFZCUzFFeU1WTlJVelpuY2pCak1IZEVXVTR5Wkc0MVNtczNRa041VlU5S1ZYbEtWVTlzYTA0MVMxQmtNbWxtUkU4emVtMHdLMnBsTVd4c2R6MDk6SnlqVjd3eFpiT1dSNmRHWkxqT1J1dz09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
"Tudo no Rio de Janeiro parece simples. A vida é uma longa sucessão de momentos agradáveis e de experiências maravilhosas. Um suco de açaí, um passeio pela floresta da Tijuca, uma picanha na Gávea, uma tarde de praia em Ipanema, um pôr-do-sol no Arpoador, e o dia ainda mal começou.
Em uma breve correspondência por email acerca desta exposição, Blaufuks comentou: "são fotogramas de um filme que é o meu embate com a paisagem do Rio de Janeiro. Esta é linda, podre, tropical, melancólica, erótica, decadente entre muitas outras definições possíveis. É, claro, a visão de um europeu."
"Nessa sequência de imagens/ paisagens somos surpreendidos por uma temporalidade, quiçá uma luminosidade, onde se irmanam serenidade e desencanto. A pobreza não é nunca miserável, as ruínas se insinuam pelos cantos das salas, a confusão urbana aparece contida e explosiva, as fisionomias são mais graves que alegres (coisa estranha numa cidade que gosta tanto de se ver rindo), as flores e frutas condensam uma sensualidade que não está nas praias, que são mais místicas do que físicas. A câmera que circula pela cidade traduz a experiência do fotógrafo exigente misturada à surpresa do viajante disponível. Por um lado, uma enorme atenção à dimensão formal da imagem: o enquadramento, a luz, as texturas, os contrastes, a edição, tudo ali é resultado de um olhar que faz escolhas precisas. Por outro, é como se escapasse uma viscosidade própria a uma realidade estranha, ao mesmo tempo familiar e inusitada, dando a algumas fotografias um cheiro acridoce, curtido pelo tempo desacelerado da umidade, da maresia e do descaso das esquinas cariocas."
Em uma breve correspondência por email acerca desta exposição, Blaufuks comentou: "são fotogramas de um filme que é o meu embate com a paisagem do Rio de Janeiro. Esta é linda, podre, tropical, melancólica, erótica, decadente entre muitas outras definições possíveis. É, claro, a visão de um europeu."
"Nessa sequência de imagens/ paisagens somos surpreendidos por uma temporalidade, quiçá uma luminosidade, onde se irmanam serenidade e desencanto. A pobreza não é nunca miserável, as ruínas se insinuam pelos cantos das salas, a confusão urbana aparece contida e explosiva, as fisionomias são mais graves que alegres (coisa estranha numa cidade que gosta tanto de se ver rindo), as flores e frutas condensam uma sensualidade que não está nas praias, que são mais místicas do que físicas. A câmera que circula pela cidade traduz a experiência do fotógrafo exigente misturada à surpresa do viajante disponível. Por um lado, uma enorme atenção à dimensão formal da imagem: o enquadramento, a luz, as texturas, os contrastes, a edição, tudo ali é resultado de um olhar que faz escolhas precisas. Por outro, é como se escapasse uma viscosidade própria a uma realidade estranha, ao mesmo tempo familiar e inusitada, dando a algumas fotografias um cheiro acridoce, curtido pelo tempo desacelerado da umidade, da maresia e do descaso das esquinas cariocas."
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896711672 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | agosto de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 194 x 248 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Fotografia
|
| EAN: | 9789896711672 |