Histórias à Brasileira - Volume 3

de Ana Maria Machado
idioma: português do brasil
Editor: Companhia das Letrinhas, março de 2008 ‧
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Em 2002, a autora Ana Maria Machado lançou o primeiro volume de uma série de histórias À Brasileira que pretendia reunir em livro. O projeto nasceu do desejo da autora de contar, com suas palavras, as histórias que havia escutado de seus pais, tios e da avó.

Depois de preparar um segundo volume em 2004, ela terminou mais uma coletânea de dez histórias. Gerações de narradores anônimos ajudaram a construir as mais diferentes versões dessas histórias da cultura oral e do folclore brasileiro e universal.

Para criar a sua própria, a escritora leu obras de estudiosos da cultura popular - como Luís da Câmara Cascudo, Sílvio Romero, Monteiro Lobato, entre outros -, pesquisou coletâneas de contos de tradições variadas e, no caso específico da história O Pavão Misterioso, buscou inspiração também na literatura de cordel, onde essa narrativa foi imortalizada. de uma mistura entre pesquisa, cotejo das diversas versões, memória pessoal e tradição, nasceram as Histórias à brasileira.

Neste terceiro volume, ela narra O Pavão Misterioso, Cabra Cabrês, Maria Sabida, A Minhoca da Sorte, O Jabuti e a Fruta, O Pescador e a Mãe-d'Água, O Pinto Pimpão, O Príncipe das Penas Verdes, Quatro Vinténs e O Corcunda e o Ricaço; enquanto as ilustrações de Odilon Moraes recriam o ambiente brasileiro dos contos com liberdade, dando origem a uma nova versão, ilustrada, de cada história.

Histórias à Brasileira - Volume 3

de Ana Maria Machado

Propriedade Descrição
ISBN: 9788574062969
Editor: Companhia das Letrinhas
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 254 x 196 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9788574062969

SOBRE O AUTOR

Ana Maria Machado

Ana Maria Machado nasceu no Rio de Janeiro em 1941. Tem mais de cem livros publicados, entre os quais nove romances, oito ensaios e dezenas de títulos de literatura infantojuvenil, estando amplamente traduzida. Formou-se em Letras na Universidade do Brasil e lecionou na UFRJ e na PUC-RJ. Fez parte da resistência dos professores durante a ditadura militar e, após ser presa pelo governo militar, exilou-se na Europa em 1969. Nesse período, trabalhou como jornalista (BBC Londres, Elle francesa), escreveu contos para crianças publicados na revista brasileira Recreio e lecionou na Sorbonne. Em Paris, concluiu um doutoramento em Semiologia, orientado por Roland Barthes. Em 1972 regressa ao Brasil, continua a colaborar com a imprensa e publica o primeiro livro infantojuvenil, Bento que Bento é o Frade, em 1977. O reconhecimento mundial da obra de Ana Maria Machado aconteceu em 2000, quando recebeu o Prémio Hans Christian Andersen, o mais importante no âmbito da literatura infantojuvenil, e foi agraciada no Brasil com a Ordem do Mérito Cultural. Recebeu ainda, entre outros, o Prémio Jabuti (1978) e o Prémio Machado de Assis (2001). Em 2003, Ana Maria Machado tornou-se a primeira escritora de livros infantojuvenis eleita para membro da Academia Brasileira de Letras, que presidiu entre 2012 e 2013.

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