História de São Tomé e Príncipe
Da descoberta a meados do século XIX
Editor:
Edições Colibri, outubro de 2021 ‧
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SINOPSE
Neste livro, o autor explica como foi que os navegadores portugueses chegaram às ilhas de São Tomé e Príncipe no terceiro quartel do século XV e transformaram-nas num contexto social para o seu desenvolvimento, mas em que as relações humanas e institucionais foram complexas e até insuportáveis para os mais desfavorecidos, particularmente na ilha de São Tomé. Houve conflitos de toda a ordem que se agravaram particularmente depois da transição da sociedade de habitação para a de plantação, com a intensificação de atividades do tráfico negreiro e da produção e exportação do açúcar.
A longa distância das ilhas do poder central, localizado em Lisboa, constituiu um ingrediente que favoreceu o fomento dos conflitos em que o desrespeito às regras estabelecidas foi permanente e se manteve durante o período da dominação da elite nativa desde o século XVII, marcado em torno das principais famílias que disputavam o acesso ao poder e o controlo da riqueza. O autor mostra que, apesar da sua dureza, o modelo escravocrata colonial tinha dinâmicas de mobilidade social que permitiram que alguns escravizados se tornassem livres e outros chegaram a ser poderosos em termos económicos e políticos, ainda no decorrer do século XVI, vindo a ser dominantes até meados do século XIX.
Este livro explica a história de São Tomé e Príncipe desde a sua descoberta até meados do século XIX, incidindo, particularmente, sobre a formação da sociedade originária (colonial) e o seu funcionamento à formação da sociedade forra e das suas cultura e línguas, à dominação da Câmara pela elite nativa e o funcionamento da sociedade crioula africanizada a partir do século XVII.
Faz o enfoque sobre o papel da ilha de São Tomé no tráfico negreiro atlântico e transatlântico, a crise económica já em finais do século XVI e o abandono dos europeus e seus filhos mestiços fazendeiros para o Brasil, os conflitos internos de toda ordem, particularmente, os de índole racial entre brancos e mestiços pelos direitos iguais e acesso ao poder, revoltas de negros e mestiços, invasões estrangeiras e a relação entre iniciativas para a abolição do tráfico negreiro e a economia das ilhas.
O livro desconstrói os mitos sobre o naufrágio e Amador rei dos angolares e apresenta crioulos da resistência ao regime escravocrata colonial. Foi escrito, sobretudo, para aqueles que precisam conhecer a história de São Tomé e Príncipe: os alunos, em particular.
A longa distância das ilhas do poder central, localizado em Lisboa, constituiu um ingrediente que favoreceu o fomento dos conflitos em que o desrespeito às regras estabelecidas foi permanente e se manteve durante o período da dominação da elite nativa desde o século XVII, marcado em torno das principais famílias que disputavam o acesso ao poder e o controlo da riqueza. O autor mostra que, apesar da sua dureza, o modelo escravocrata colonial tinha dinâmicas de mobilidade social que permitiram que alguns escravizados se tornassem livres e outros chegaram a ser poderosos em termos económicos e políticos, ainda no decorrer do século XVI, vindo a ser dominantes até meados do século XIX.
Este livro explica a história de São Tomé e Príncipe desde a sua descoberta até meados do século XIX, incidindo, particularmente, sobre a formação da sociedade originária (colonial) e o seu funcionamento à formação da sociedade forra e das suas cultura e línguas, à dominação da Câmara pela elite nativa e o funcionamento da sociedade crioula africanizada a partir do século XVII.
Faz o enfoque sobre o papel da ilha de São Tomé no tráfico negreiro atlântico e transatlântico, a crise económica já em finais do século XVI e o abandono dos europeus e seus filhos mestiços fazendeiros para o Brasil, os conflitos internos de toda ordem, particularmente, os de índole racial entre brancos e mestiços pelos direitos iguais e acesso ao poder, revoltas de negros e mestiços, invasões estrangeiras e a relação entre iniciativas para a abolição do tráfico negreiro e a economia das ilhas.
O livro desconstrói os mitos sobre o naufrágio e Amador rei dos angolares e apresenta crioulos da resistência ao regime escravocrata colonial. Foi escrito, sobretudo, para aqueles que precisam conhecer a história de São Tomé e Príncipe: os alunos, em particular.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895661091 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | outubro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 229 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 280 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História em Geral
|
| EAN: | 9789895661091 |
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