10% de desconto

História das Religiões

Da origem dos deuses às religiões do futuro

de João Gouveia Monteiro
Editor: Manuscrito Editora, outubro de 2023 ‧
21,90€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
portes grátis
Venda o seu livro
Por onde vamos viajar? Por uma geografia que se estende da Escandinávia até África e do Brasil até à China, com epicentro na região do Crescente Fértil. a cronologia principia no terceiro milénio a.C. É espantosa a influência que estas tradições religiosas tiveram na nossa cultura. Pense-se nas ideias de Juízo Final, de ressurreição e de Paraíso.

Ou nos revivalismos a que algumas deram lugar, como no caso das mundividências celta e escandinava, com a sua celebração da Natureza, visível na obra de Tolkien. Quem não conhece o Senhor dos Anéis?

Na primeira parte, são apresentados seis politeísmos antigos: as religiões étnicas (com exemplos de Moçambique e do Brasil); as religiões da Mesopotâmia (em especial, da Suméria); a fabulosa religião do Antigo Egito; os casos dos Celtas e dos Nórdicos; e as religiões da Grécia e da Roma antigas, sementes da ideia de Europa. Há ainda um capítulo sobre o Zoroastrismo - o monoteísmo dual que foi a religião oficial da Pérsia durante doze séculos.

Na segunda parte, uma mão experiente propõe-nos uma antevisão dos modelos religiosos do futuro: o teocrático; o da religião oficial nacional; o secular radical; e o multirreligioso. A terceira parte é dedicada ao Taoismo, a joia espiritual da China Antiga. O Tao te Ching de Laozi é, depois da Bíblia, um dos livros mais traduzidos em todo o mundo. Um seu continuador, Zhuangzi, também maravilhou muitos pensadores ocidentais, de Heraclito a Heidegger.

Vale a pena a experiência desta leitura. Como escreveu Tolkien, «nem todos os que vagueiam estão perdidos». Fizemos, por isso, uma obra rigorosa e muito didática. Embarque connosco, porque - dizia Eduardo Lourenço - «mais importante do que o destino é a viagem»!
Coisas chatas Divertidas 640.jpg

Livros que tornam coisas que parecem chatas em coisas divertidas

Os temas podem assustar, mas a mão certa mostra como toda a vida diverte e estimula: até astrofísica. Contas feitas, pouco diverte mais do que estar no sofá a ler sobre o que se passa no céu ou do que estar no presente a ler sobre o passado. Para o infinito e mais além Parece a voz do Buzz Lightyear, mas, afinal, é a de um astrofísico em uníssono com a de uma produtora de televisão. Os dois, unindo esforços, criaram um livro que se lê sem esforço nenhum. De repente, a astrofísica, cujo nome assusta mais do que um tabu, fica ao alcance de quaisquer que forem as mãos que agarrem este livro. Começa-se, claro, pelo início – e o início é o Big Bang. Antes disso, o presumível mistério do nada. Num livro que parece capaz de abarcar tudo o que existe, os autores fazem com que os leitores levitem acima da Terra e deem por si no espaço, quase como quem não tem peso no corpo. Há que ter cuidado, ao virar a página, para não sermos engolidos por um buraco negro. E também há que ter cuidado com o que vemos na televisão: é que um astrofísico a sério consegue explicar de que forma é que o argumento e as cenas dos filmes que encheram salas de cinema, como Armageddon, violam as leis da física. Com informação sobre naves espaciais notáveis e enigmas cósmicos, ainda conseguimos dar um salto, quente ou gelado, aos planetas do sistema solar. Quem tiver pouco tempo pode ler antes Astrofísica para Jovens com Pressa, que deGrasse Tyson fez com Gregory Mone, mas o ideal é mesmo arranjar tempo para voar entre os dois. COMPRO NA WOOK! » Toda a Física Divertida Sou menina de Letras e não é fácil levar-me a crer que física e diversão são aliados. Mas, aberto o livro, coube-me concordar com o autor. O que aqui temos é uma edição que junta dois livros já publicados: Física Divertida e Nova Física Divertida. Pelos vistos, aqui temos a nova, a velha e a sempiterna: o que não falha nunca é a diversão. Com uma prosa escorreita, o autor agarra os leitores, escrevendo sobre física quântica com o à-vontade de quem estrela um ovo. Quase como quem pisca o olho aos leitores de literatura, o primeiro capítulo começa com uma citação de Eça de Queiroz. A partir daí, o interesse nunca desce de nível, ainda que muitas vezes se debatam coisas aparentemente corriqueiras, como uma fragata da marinha que não afunda em alto-mar. E quem estiver com saudades dos livros anteriores tem aqui um novo amigo: também há sondas a passar perto de uma lua de Saturno, também há Júpiter, Neptuno. E, claro, também há dramas quânticos, eletrões e o famigerado gato de Schrödinger. COMPRO NA WOOK! » Origem: África Livros de História também têm má fama, mas nestes nem foi preciso convencer-me. Ao contrário dos volumes de física e de astrofísica, já fico predisposta a atirar-me lá para dentro. Diria que este é um livro particularmente importante para o público europeu, habituado a ler a história do mundo sob um olhar eurocêntrico. Neste livro de French, é contada a História da expansão marítima, mas África e os povos africanos, ao invés de personagens quase secundárias, são os protagonistas, o cerne. Com isto, ganha-se uma amplitude sobre a História do mundo, juntando-se esta perspetiva a uma montanha enorme de livros que já veiculam outra. Portanto, o que pode parecer um livro poeirento é, na verdade, um livro que abre olhos e mostra o mundo, que tem descobertas, tragédias, progressos, ideais, desigualdades, explorações, o que, no fundo, é sinónimo desta formulação básica: tem gente. E, tendo-a, tem também a forma como a nossa espécie tem convivido entre si. COMPRO NA WOOK! » Uma nova história do Islão Pode parecer chato, por ser denso e infindável como o cosmos, mas é precisamente porque sê-lo que é instigante e divertido. Na história do Islão, cabe muito da vida: filosofia, violência, expectativas, mortes, séculos inteiros. Neste volume, temos um olhar abrangente, e isso mais do que basta para se querer saber mais e mais. São 1400 anos de História, e a História traz também geografia: partimos da Arábia, chegamos a todo o lado. Europa, África, Ásia, tudo foi tocado pelo Islão, com a expansão de impérios, com povos que adotaram uma religião, um modo de vida. Claro, no meio de tanto tempo, muitas figuras foram esquecidas, e figuras de peso, com contribuições políticas, históricas, filosóficas. O livro recupera-as, tecendo a história num fio orgânico, reavivando o que muitos outros livros foram deixando esquecer. Até o Império Mogol, na Índia, lá ocupa espaço – e, para quem estiver mais virado para a ficção do que para a História, deixo este detalhe: foi daí que veio a inspiração para os Dothraki da Guerra dos Tronos. Partindo de Maomé, chegamos até hoje, e o leitor dá por si com uma grande parte da História do mundo a caber-lhe nas mãos, unindo pontos geográficos e milénios. COMPRO NA WOOK! » História das religiões Começámos pelo Islão e abrimos as asas. De asas abertas, temos o mundo todo, as religiões todas, um deus ou vários, tanto faz. A História das religiões acompanha a história da vida. Várias vezes, os humanos olharam para o céu e, em vez de verem nuvens, viram quem imaginaram que vivia atrás delas. E isto antes até de a nossa espécie ser como a conhecemos: é que, há três milénios, a vida era outra coisa. Nada disso impedia ninguém de começar a ter impulsos religiosos, criando fés que influíam nas culturas. Isto passou-se por todo o mundo, em zonas tórridas e gélidas, em tempos idos e presentes. É dado destaque às religiões da Mesopotâmia, ao Antigo Egipto, a Grécia e a Roma antigas, mas talvez o que tenha mais graça, por parecer mais distante ao público português, sejam os Celtas e os nórdicos e, claro, o Zoroastrismo, por nos parecer tão desconhecido aqui, mesmo tendo sido a religião oficial da Pérsia durante mais de um milénio: sob uma ontologia monoteísta, a religião previa a conquista final do mal pelo bem. Ou seja, durante muito tempo, o que não faltou foi esperança, e até uma esperança simplista capaz de dar razão às coisas, de significar e ressignificar qualquer derrota: depois da tempestade, estava prometida a bonança. Na segunda parte do livro, em vez de se olhar para o passado, tenta ver-se o futuro, e este já inclui secularismo. Além disso, o autor refere pensadores cujo pensamento religioso fez escola por todo o mundo, sendo o livro não só uma História da religião em si, mas também do pensamento filosófico. COMPRO NA WOOK! »

História das Religiões

Da origem dos deuses às religiões do futuro

de João Gouveia Monteiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899087897
Editor: Manuscrito Editora
Data de Lançamento: outubro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 235 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Ciência e História das Religiões
EAN: 9789899087897

SOBRE O AUTOR

João Gouveia Monteiro

O autor, João Gouveia Monteiro, é Professor da Faculdade de Letras Jubilado da Universidade de Coimbra, onde ensina História da Idade Média, História Militar, História da Antiguidade Clássica e História das Religiões. É investigador do Centro de História da Sociedade e da Cultura e do Centro de História da Universidade de Lisboa, Membro Correpondente da Academia Portuguesa da História. É autor de centena e meia de trabalhos científicos, entre os quais duas dezenas de livros. Foi Professor Convidado da Université Paul Valéry (Montpellier) e conferencista convidado da École Pratique des Hautes Études (Paris). Estagiou nas Universidades de Bolonha e La Laguna (Tenerife). Proferiu mais de 200 conferências em universidades e outras instituições portuguesas e estrangeiras. Orientou duas dezenas de teses de mestrado e de doutoramento (várias delas já publicadas e premiadas pelo M.D.N.). Na sua Alma Mater, foi Pró-Reitor para a Cultura da Universidade de Coimbra, Diretor da Imprensa da Universidade e Diretor da Biblioteca Geral.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU