Guilherme de Azevedo

Crónica ocidental

de Ernesto Rodrigues
Editor: Esfera do Caos, julho de 2016 ‧
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Guilherme de Azevedo. Um dos maiores vultos da Geração de 70. Um dos nossos melhores cronistas.
O Occidente: Revista Illustrada de Portugal e do Estrangeiro foi uma das principais aventuras da Imprensa nacional. O director literário, Guilherme de Azevedo, lança a "Chronica Occidental", que assinou entre 1878 e 1880. Em poucas palavras: a sátira política e social no seu melhor.

Guilherme de Azevedo

Crónica ocidental

de Ernesto Rodrigues

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896801847
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: julho de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 228 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Leituras Orientadas
EAN: 9789896801847

SOBRE O AUTOR

Ernesto Rodrigues

Ernesto Rodrigues (Torre de Dona Chama, 1956) é poeta estreado em 1973, ficcionista, dramaturgo, cronista, diarista, crítico, ensaísta, editor literário e tradutor. Está traduzido em árabe, castelhano, checo, francês, húngaro, inglês, italiano, romeno e sérvio. Foi jornalista, leitor de Português na Universidade de Budapeste (agraciado pelo Estado húngaro em 1989 e 2002), assistente na Escola Superior de Educação de Bragança e professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se doutorou e fez agregação em Estudos de Literatura e de Cultura.
Outros títulos publicados:
Poesia: Perseu, 2020. Ficção: Uma Bondade Perfeita, 2016 (Prémio PEN Clube, Narrativa); Um Passado Imprevisível, 2018; A Terceira Margem, 2021; Liliputine, 2023; O Bom Governo; Cruzeiro Literário, 2024. Teatro: Teatro, 2021. Crónica: Crónica 1973-2025, 2026. Ensaio: Literatura Europeia e das Américas, 2019; Mágico Folhetim: Literatura e Jornalismo em Portugal/Crónica Jornalística. Século XIX; Cultura Literária Oitocentista; Hungarica, 2022; «A Queda Dum Anjo» e Novas Páginas Camilianas; Ensaios de Cultura, 2023; José Régio e Luís Amaro: Correspondência (1943-1969), 2024; Tomé Pinheiro da Veiga, «Fastigínia», 2026.

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