Guia da Barcelona de Carlos Ruiz Zafón
SINOPSE
Antes de explicar este livro, alertamos para aquilo que ele não é. Encontramos citações romanescas, mas não é um tratado de literatura; aparecem planos de Barcelona, mas não é um guia turístico. Também não é um ensaio histórico, embora factos e cronologias balizem o seu percurso.
Do obscuro Cemitério dos Livros Esquecidos às estreitas escadas do Raval e à praça do Barrio Gótico onde lia Nuria Monfort; pelos palácios e mercearias à sombra de Santa María del Mar, os jardins da Ciudadela, que o maléfico Corelli frequenta; dos escritórios de advogados do Ensanche às aristocráticas mansões de Pedralbes e ao casarão dos Aldaya no Tibidabo.
Um percurso fascinante entre a cidade real e a romanesca que nos revela os segredos da Barcelona de Carlos Ruiz Zafón.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Neste percurso proposto por Doria, o que surpreende, e deleita o leitor, é a construção de um espaço narrativo, simultaneamente real e ficcional, que lhe permite caminhar com as personagens de Zafón pela cidade intemporal. E isso é certamente mágico, , um tempo mágico literário.»
Vítor Quelhas, Expresso
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896570002 |
| Editor: | Planeta |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 127 x 205 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 250 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Literatura de Viagem
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| EAN: | 9789896570002 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um adiamento do adeus ao universo Zafoniano
Joana Moreira
Este livro foi para mim uma tentativa de suavizar o adeus precoce a um dos grandes escritores e génios literários contemporâneos. Uma tentativa de ter comigo a memória palpável das ruas, dos cheiros, dos espaços que povoaram o imaginário de milhares de leitores enquanto percorriam as páginas da saga do cemitério dos livros esquecidos. Um dia calcorrearei estes lugares, uma vez mais com a sombra deste grande escritor que tanto deu ao mundo da literatura, e que tanto deixou por dar.