Guerras da Informação

Militares e Media em Cenários de Crise

de Carlos Santos Pereira
Editor: Tribuna da História, abril de 2007 ‧

Carlos Santos Pereira dedicou boa parte dos seus mais de 25 anos de trabalho como jornalista à cobertura dos conflitos políticos e militares que marcaram as últimas décadas do século findo e o virar do milénio. É autor de Da Jugoslávia à Jugoslávia - os Balcãs e a nova ordem europeia (1999) e Os Novos Mundos da Europa, entre outras obras.
A evolução da cobertura mediática das acções militares, o peso da informação na própria condução dos conflitos armados, o relacionamento entre militares e jornalista em situações de guerra - eis as grandes questões que inspiram este livro.

Guerras da Informação

Militares e Media em Cenários de Crise

de Carlos Santos Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9799728799280
Editor: Tribuna da História
Data de Lançamento: abril de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 231 x 35 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 392
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Comunicação e Jornalismo
EAN: 9799728799280
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Carlos Santos Pereira

Carlos Santos Pereira, nascido em 1950 na Amadora, estudou História na Faculdade de Letras de Lisboa, onde teve como professor o padre Manuel Antunes, que muito admirava. Outrossim ocorreu com o professor António Borges Coelho. Tinha ele mesmo um inquestionável talento para escrever – e para pensar. Além da licenciatura, fez mestrado em História Contemporânea na Universidade Nova. Veio do Expresso para fundar o Público ao tempo em que pululavam as rádios, estavam prestes a surgir as televisões privadas e o grande salto digital se iniciava. A rádio solicitava-o com frequência para fazer comentários, designadamente quando a crise jugoslava eclodiu, e ele respondia prontamente a todos, fosse uma pequena rádio local ou a TSF. Tendo deixado o Público no Verão de 1991, trabalhou para o Diário de Notícias e iniciou uma experiência nova que foi juntar-se à equipa do Jornal 2 da RTP2, bem como ir em reportagem televisiva, com peças diárias e trabalhos de maior fôlego para O Lugar da História, também na RTP2. Ao tempo os meios técnicos eram pesados, morosos, algo desesperantes para quem se habituara a usar um bloco de notas e deslocar-se pelos seus meios, incluindo na sua mota, companheira muito estimada. Veio também a escrever para a agência Lusa e para o Le Monde Diplomatique editado em português. Foi colaborador assíduo do Instituto de Defesa Nacional.

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