Da Jugoslávia à Jugoslávia

Os Balcãs e a Nova Ordem Europeia

de Carlos Santos Pereira
Editor: Cotovia, abril de 1999 ‧
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Numa altura em que a guerra do Kosovo sofre recuos e avanços na procura de uma plataforma de entendimento que leve à paz na região (até quando?), eis que oportunamente se reedita esta obra fundamental para a compreensão das sucessivas guerras que têm assolado os Balcãs, bem no coração da Europa. Santos Pereira acrescentou ao seu livro novos mapas e capítulo sobre a guerra no Kosovo

Da Jugoslávia à Jugoslávia

Os Balcãs e a Nova Ordem Europeia

de Carlos Santos Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728028459
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 660
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política Europeia
Livros em Português > Política > Política Internacional
EAN: 9789728028459
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Intensidade

Luis Filipe Martins

Obra de um jornalista que praticava jornalismo real, raro de encontrar hoje em dia. Obra honesta, justa e sem receios. Uma visão desvalorizada e uma verdade receada pela maioria da comunidade internacional.

ILUCIDATIVO

Luis Martins

O melhor livro que li sobre a realidade jugoslava antes, durante e depois da guerra. De uma imparcialidade rara.

SOBRE O AUTOR

Carlos Santos Pereira

Carlos Santos Pereira, nascido em 1950 na Amadora, estudou História na Faculdade de Letras de Lisboa, onde teve como professor o padre Manuel Antunes, que muito admirava. Outrossim ocorreu com o professor António Borges Coelho. Tinha ele mesmo um inquestionável talento para escrever – e para pensar. Além da licenciatura, fez mestrado em História Contemporânea na Universidade Nova. Veio do Expresso para fundar o Público ao tempo em que pululavam as rádios, estavam prestes a surgir as televisões privadas e o grande salto digital se iniciava. A rádio solicitava-o com frequência para fazer comentários, designadamente quando a crise jugoslava eclodiu, e ele respondia prontamente a todos, fosse uma pequena rádio local ou a TSF. Tendo deixado o Público no Verão de 1991, trabalhou para o Diário de Notícias e iniciou uma experiência nova que foi juntar-se à equipa do Jornal 2 da RTP2, bem como ir em reportagem televisiva, com peças diárias e trabalhos de maior fôlego para O Lugar da História, também na RTP2. Ao tempo os meios técnicos eram pesados, morosos, algo desesperantes para quem se habituara a usar um bloco de notas e deslocar-se pelos seus meios, incluindo na sua mota, companheira muito estimada. Veio também a escrever para a agência Lusa e para o Le Monde Diplomatique editado em português. Foi colaborador assíduo do Instituto de Defesa Nacional.

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