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GRAVETOS da memória

de Maria Manuela Vaz de Carvalho
Editor: Edições Colibri, fevereiro de 2025 ‧
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"Vamos ao monte apanhar uns GRAVETOS para acender o lume"
É neste contexto que em Trás-os-Montes se aplica a palavra "Gravetos".

Pequenos ramos desidratados que se vão soltando da árvore-mãe e que, com os ventos ou chuvas, vão caindo no solo. Por serem finos e secos, constituem uma excelente acendalha, propagando com eficácia a chama das lareiras. Daí que é costume, no outono, as populações das aldeias irem aos montes recolher braçadas de gravetos para serem usados ao longo do inverno.

É inspirada nesta realidade e, nunca perdendo a oportunidade de citar os costumes transmontanos, que surgiu a ideia para título deste meu novo livro.

A nossa memória é formada por registos irregulares de sensações captadas pelos nossos sentidos e vividas com maior ou menor intensidade ao longo da nossa vida.

Num dado momento, esses registos ressurgem por ativação das memórias que arquivámos e que foram trazidas ao consciente com recurso a "gravetos" que vamos recolhendo e funcionam como "acendalhas", reativando as lembranças dessas mesmas vivências, chegando mesmo a reacendê-las de uma forma intensa, por vezes nostálgica ou dolorosa…

É desta forma que vos dou a conhecer esta braçada de "Gravetos" que recolhi ao longo dos meus dias e com os quais espero que vós, LEITORES, de alguma forma, neles se revejam.
Obrigada a todos!
A AUTORA

GRAVETOS da memória

de Maria Manuela Vaz de Carvalho

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895664825
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: fevereiro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 233 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 94
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789895664825

SOBRE O AUTOR

Maria Manuela Vaz de Carvalho

Manuela Vaz De Carvalho é natural de Vila Real onde reside. É professora Aposentada. É coautora em várias Antologias de Poesia no âmbito da Lusofonia, tais como: LITERARTE/NALAP, Vozes Portuguesas 4 ; 100 melhores Poetas Contemporâneos e 10 Anos do NALAP; Projeto Mundo(s) Antologias de Poesia e Eclética das Edi.Colibri sob a coordenação literária de Ângelo Rodrigues. Conexões Atlânticas, OPUS 5, Toca a Escrever da In Finita e O Declamador; é coautora de projetos do Grupo Literário Ventos Sábios. Publicou o seu primeiro livro de poesia "IMPACTOS", em 2019 e em 2022 o segundo livro de poesia "Dialectos da Alma" prefaciado por Ângelo Rodrigues e posfácio de Ruth Collaço, ambos com a chancela das Edi. Colibri e coordenação de Ângelo Rodrigues e apoiados pela Cultura do Norte. Recebeu o terceiro prémio de poesia no Concurso Damião de Góis – 2019 e em 2022 o terceiro prémio na modalidade de poesia e Menção Honrosa na modalidade conto, no Concurso Pêro de Alenquer. Em 2023 Menção Honrosa na modalidade Poesia, no Concurso Literário Palmira Bastos, todos promovidos pela Associação Cultural Gerábriga. É coautora do 1 Poemário, Caminhos de Aristides, promovido pelo ICE. É coautora da Antologia "de 22 a 22 os caminhos do Modernismo" dos 100 anos do Modernismo no Brasil. Participou no V, Vl e Vll Festivais de Poesia de Lisboa. É membro ativo de alguns Grupos Literários nomeadamente Ventos Sábios de Ruth Collaço, tendo participado em alguns projetos seus como, Desgarrada Poética e Contos & Rimas "Contos de um Outono" e "Eu conto tu Pintas". É membro da Academia de Letras de Trás-os-Montes e coautora da coletânea comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril, "Palavras de Liberdade" e também coautora da Coletânea Liberdade da editora INFINITA. É coautora das Coletâneas comemorativas dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões "Escrever Camões"; "Escrever Antero de Quental" promovida pelas Edi. Colibri e Coordenação literária de Ângelo Rodrigues.

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