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Garatujos do Minho

de Adolfo Luxúria Canibal
Editor: Chiado Books, maio de 2019 ‧
13,00€
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Série de crónicas saídas quinzenalmente no semanário Sol, de Janeiro de 2014 a Janeiro de 2016, tendo por objecto o Minho - os seus lugares, as suas gentes, a sua cultura, o seu património - visto pelo olhar pessoalíssimo de Adolfo Luxúria Canibal, misturando reminiscências de infância e descrições eruditas, episódios familiares e acontecimentos históricos, mas sempre, como refere José Luís Peixoto no Prefácio, "com clareza, respeito e indisfarçável carinho", e interpretadas fotograficamente com a mestria do preto-e-branco de Kid Richards.

Garatujos do Minho

de Adolfo Luxúria Canibal

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895259151
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 220 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 228
Tipo de produto: Livro
Coleção: Palavras Soltas
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789895259151

Garatujos do Minho

Miguel

Crónicas de Adolfo Luxúria Canibal. Nestas crónicas, o autor aborda vários temas bastante diversos, mas todos tendo em comum a região do Minho. Depois de ler o livro, quem não conhece a região é impossível não ficar com o desejo de o fazer. Uma escrito muito envolvente. Aconselho.

Do Minho para o Mundo

Miguel

Uma compilação de crónicas divertidas e ao mesmo tempo com muita cultura à mistura. No fim da leitura fica uma vontade irresistível de ir visitar os locais descritos, experimentar a gastronomia, e trocar dois dedos de conversa com o Adolfo. Magnifico.

O Minho não é uma fronteira

Angelo

Adolfo Luxuria Canibal em versão regionalista / globalista, apresenta-nos a sua Braga e o seu Minho como só ele poderia. Indispensável para saber mais deste que é o maior poeta da rock Português.

SOBRE O AUTOR

Adolfo Luxúria Canibal

Adolfo Luxúria Canibal é o pseudónimo de Adolfo Morais de Macedo. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, foi advogado e é consultor jurídico. Fundador do grupo rock Mão Morta, de que é vocalista e letrista, criou espetáculos de spoken word, em nome próprio ou como Estilhaços, e integrou o coletivo de música eletrónica Mécanosphère, tendo mais de três dezenas de discos editados, e outros tantos como convidado de artistas nacionais e estrangeiros, na qualidade de vocalista ou letrista. Dinamizou espetáculos de comunidade, como os musicais Então Ficamos… ou Chão, e concebeu performances várias, com destaque para a neuro-áudio-visual Câmara Neuronal, realizada a partir dos sinais elétricos emitidos pelo cérebro, ou a da instalação The Wall of Pleasure, inaugurada na Rooster Gallery em Nova Iorque. Participou como ator na série para televisão O Dragão de Fumo e em algumas curtas-metragens ou em peças de teatro como Eis o Homem!, da companhia Mundo Razoável. Concebeu ainda com João Onofre o filme de videoarte S/título, para o festival Curtas de Vila do Conde, e com Inês Jacques o espetáculo de dança No Fim Era o Frio, para o festival Guidance. Publicou, entre outros, os livros Rock & Roll, Estilhaços, Todas as Ruas do Mundo, Garatujos do Minho e o livro-objeto Desenho Diacrónico, com Fernando Lemos.

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