Frio na Espinha
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9788501068866 |
| Editor: | Editora Record |
| Data de Lançamento: | junho de 2006 |
| Idioma: | Português, Português do Brasil |
| Dimensões: | 136 x 208 x 32 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 510 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9788501068866 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Brutal!
Ana Vieira ("As Leituras da Ana")
De facto, a primeira palavra que me ocorre para descrever este segundo livro que leio da autoria de Karin Slaughter é “brutal”! Muito mais “brutal” do que o seu primeiro “Morte Cega”. Neste seu segundo (tenho dúvidas sobre isto...) livro, ao contrário do anterior, temos logo muita acção e crimes bárbaros a acontecer desde o início da narrativa, com descrições bastante agressivas e cruas – não aconselhável a mentes sensíveis… Também ao contrário do primeiro livro, neste só consegui deduzir quem era o assassino quase, quase no final da história. A autora andou “às voltas” com as personagens e conseguiu despistar-me! Gostei bastante destes dois aspectos: o desenrolar da acção com muita adrenalina, suspense e mistério e o de não ter facilmente percebido a intrincada trama criada pela autora, a qual só faz sentido mesmo perto do final da narrativa (onde todos os “nós” se desenrolam por fim e tudo “se encaixa na máquina” fazendo sentido – embora um ou outro ponto, na minha opinião, não tenha sido claramente explicado, por exemplo a nota de suicídio de Andy Rosen ou a relação entre Lena e Eddie White). As personagens são quase reais para quem lê um livro de Karin, pelo menos os desta série de Sara Linton (que são os que apenas ainda conheço), bem caracterizadas e quase humanas a ponto de sentir empatia pela médica-legista e pelo seu ex-marido agente policial Jeffrey, ao mesmo tempo que me apetecia entrar livro adentro e gritar com a ex-policial Lena. Gostei, pois, mais deste “Frio na Espinha” do que “Morte Cega”, senti evolução na autora (na escrita e na criação da própria história). Contudo, saliento que este livro foi traduzido no Português brasileiro, daí que podem haver diferenças na escrita comparativamente em relação ao primeiro livro de Karin, isto é, não sei até que ponto o facto deste livro ter sido traduzido para “brasileiro” não tenha “afectado” a escrita da autora, tornando-a muito mais agressiva, bruta, crua, dura (por vezes sentia que a acção poderia estar a dar-se numa favela do Rio de Janeiro, visualizando um filme ou série totalmente brasileiros). Deste modo, a minha classificação não chega às cinco estrelas (4,5), por ter demorado um pouco mais esta leitura, já que diversas vezes tive de parar e consultar um dicionário online para determinadas palavras ou expressões. Uma autora super aprovada em policiais e para continuar a seguir, sem dúvida!
É o terceiro
DR
Já sabia que não era o primeiro volume da série Grant Country, mas mesmo assim arrisquei, perdendo apenas alguns pormenores do passado das personagens. Sarah Línton é médica e numa cidade pequena, auxilia a policia, nos casos de morte suspeita, fazendo a investigação aos cadáveres, neste livro conheço finalmente o Jeffrey, o seu ex marido do qual já tinha ouvido falar na série que sigo fielmente da autora (Will Trent). Sarah é chamada a investigar uma morte num campus, e aparentemente é um suicídio, mas realmente é algo muito mais macabro e assustador. Com o decorrer da investigação começamos a descobrir segredos ocultos da personagem principal e o seu turbulento relacionamento com o ex marido. Lena é outra personagem que já conhecia, e confirma-se ela é realmente estranha e problemática. Agora o que queria mesmo era voltar a ler em português de Portugal e se possível os restantes livros, é que séries assim não podem ficar esquecidas.
Intrigante
Livromente
Sendo um livro da Karin Slaughter dificilmente conseguiria dizer algo de mau, mesmo que tentasse. É uma autora fantástica e ler um thriller dela é viciante, maravilhoso, brilhante, and so on, and so on, podia ficar aqui a tecer elogios (totalmente merecidos). Apesar de este livro ser em português do Brasil (o que eu sabia de antemão ao comprar) e obviamente ter bastantes palavras e expressões pouco comuns entre nós, não me senti desmotivada ou menos integrada na história. Este livro é o terceiro da autora e a continuação de “Morte Cega”, o seu 1º livro de estreia (2003) lançado pela Editora Gótica em 2005 que, para mal dos meus pecados, infelizmente está extinta. Mantenho a esperança de o encontrar no mercado de usados, assim como o 2º, quem sabe (fica a dica já agora…). Sendo uma continuação há inevitavelmente alusões à história anterior mas, à semelhança de tantos outros casos idênticos, a autora teve o cuidado de dar suficientes detalhes do passado para que a mesma faça sentido. Foi quanto bastou mas, não para me tirar a vontade de os ler! :) O facto de estar a ler o 3º livro da série fez com que encontrasse personagens que conheço de livros posteriores mas ficando a par de circunstâncias que desconhecia. É sempre algo agradável, parece que encontrámos um velho amigo. A narrativa começa com um suposto suicídio de um estudante da universidade local mas, rapidamente evolui para uma suspeita de crime, agravada por mais dois suicídios aparentemente suspeitos. Sarah na qualidade de médica-legal vai tentar pela autópsia determinar a real causa da morte e Jeffrey, o chefe da polícia e ex-marido de Sarah (neste livro em fase de reconciliação) vai apurar os factos e circunstâncias à data da morte com todos os envolvidos. Desde cedo se percebe que há algumas coisas que não estão a ser contadas mas estamos longe de perceber o quê, eu pelo menos estive e bem longe. Se há thrillers em que temos suspeitas desde cedo, este é daqueles que sofre uma verdadeira reviravolta mesmo no final e deixa-nos agradavelmente surpreendidos. Só posso recomendar totalmente!
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