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Frango com Ameixas

Novela Gráfica - V Série - Volume 2

de Marjane Satrapi
Editor: Levoir, julho de 2019 ‧
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Nasser Ali Khan é um famoso músico (e tio-avô da autora) que vive no Irão de 1958. Na sequência de uma discussão familiar, o seu tar, o instrumento de que é virtuoso e que é o seu bem mais precioso, é partido. Nenhum outro tar o irá satisfazer e Nasser vai perder o gosto pela música.

Tomado de uma melancolia imensa, decide deixar-se morrer, levando-nos numa viagem às suas emoções, aos seus sonhos e à sua história pessoal, que se mistura com a do seu Irão natal num período conturbado da sua história.

Vencedor do prémio de Melhor Álbum de Angoulême em 2005, Frango com Ameixas é também considerado como a obra maior de Marjane Satrapi.

Frango com Ameixas

Novela Gráfica - V Série - Volume 2

de Marjane Satrapi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896828158
Editor: Levoir
Data de Lançamento: julho de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 177 x 249 x 7 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Novela Gráfica - V Série
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9789896828158

Frango com Ameixas

Sandra

Marjane Satrapi é a minha autora de BD preferida. Esta novela gráfica é considerada a sua obra prima, premiada em 2005 com o Alph'Art para o melhor álbum no Festival de banda desenhada de Angoulême. Foi também adaptada para cinema em 2011, num filme nomeado para o Leão de Ouro de Veneza, com a atriz portuguesa Maria de Medeiros num dos papéis principais. Para mim, os melhores autores são os que conseguem transmitir mensagens importantes de uma forma simples. Por simples não se entenda simplório. Só as grandes mentes conseguem tornar acessível o que é difícil de apreender para os comuns mortais. Esta obra, para além do traço simples, a preto e branco, já nosso conhecido, junta uma dose de humor sofisticado que só os mais inteligentes conseguem transmitir. Recomendo vivamente

Uma delícia!

João R. Marques

Um excelente livro de Marjane Satrapi, a autora de Persépolis. Com a sensibilidade a que já nos habituou, conta a bonita história de um músico que decide deixar-se morrer. Cruzando com o contexto do Irão da década de 50, fez-me embarcar numa viagem emocional. A arte é a característica da autora, complementando com a narrativa escrita de modo eficaz e brilhante. Delicioso. A degustar e repetir.

Mais novelas gráficas, por favor!

IC

É opinião generalizada que "Persépolis" é melhor, mas a boa notícia é haver uma editora em Portugal que continue a apostar nas obras da Marjane Satrapi, sobretudo as menos conhecidas. É de louvar!

Bom livro. Curto, de leitura fácil e rápida.

Daniela F.

Este livro é sobre a história do fim de vida do seu tio-avô de Satrapi. O registo é diferente dos que li anteriormente (Persepolis e Bordados), mas com a mesma qualidade a que a autora já me habituou. É curto, de leitura fácil e rápida.

SOBRE O AUTOR

Marjane Satrapi

Marjane Ebrahimi (Rasht, Irão, 22 de novembro de 1969 – Paris, 4 de junho de 2026). Aos catorze anos, os pais puseram-na a estudar na Áustria durante quatro anos, para a proteger da guerra Irão-Iraque. Regressou ao Irão para estudar Belas-Artes em Teerão. Aos vinte e quatro anos, decidiu mudar-se para França. Foi lá que escreveu Persepolis (L’Association), uma banda desenhada que relata a sua juventude marcada pela revolução e pela guerra no Irão, o seu desenraizamento pessoal e a sua chegada à Europa. A saga autobiográfica vendeu vários milhões de exemplares e foi traduzida em mais de cem línguas. O jornal The New York Times classificou o livro como o segundo melhor dos últimos trinta anos. Satrapi publicou ainda dois outros livros de banda desenhada passados no Irão: Broderies (L’Association) e Poulet aux prunes (L’Association, vencedor do prémio Melhor Álbum no Festival de Angoulême 2004).
Marjane afastou-se então da banda desenhada para se dedicar ao cinema e à pintura. Os seus dois primeiros filmes, correalizados com Winshluss, que participa nesta obra, são adaptações das suas obras: o desenho animado Persépolis, que ganhou dois Césares e foi nomeado para um Óscar, e o filme em live-action Poulet aux prunes. O seu primeiro filme não adaptado de uma das suas obras, The Voices, ganhou prémios no Festival L’Étrange e no Festival de Gérardmer. O projeto seguinte foi Radioactive, uma biografia sobre a radioatividade e Marie Curie.
Atrás da câmara, frente à tela ou nas bandas desenhadas, a artista Marjane Satrapi enaltece o pensamento independente e a luta quotidiana pela liberdade. Moveu céus para apoiar a revolta iraniana.

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