Fortunata Y Jacinta, 1

de Benito Pérez Galdós
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, novembro de 2015 ‧
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Publicada en cuatro volúmenes entre enero y junio de 1887, "Fortunata y Jacinta" es la obra de mayor aliento de Benito Pérez Galdós (1843-1920). Sobre el trasfondo de la Primera República, el golpe de Pavía y el inicio de la Restauración, se alza un vasto universo de ficción que se mueve entre esos dos polos que son las mujeres que dan título al relato y los mundos que representan: el de las clases populares y el de la burguesía ascendente. Ellas son los hilos conductores de esta «selva de novelas entrecruzadas», animada por secundarios inolvidables y muchas otras figuras de la más variada condición y mentalidad. El talento de Galdós para la caracterización psicológica de los personajes y su poderosa imaginación para urdir tramas argumentales sitúan esta prodigiosa novela, junto con "La Regenta" de Clarín -también publicada en esta colección-, en la cima de la narrativa española del siglo XIX.

Fortunata Y Jacinta, 1

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491041757
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 648
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788491041757

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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