10% de desconto

Fintou o Destino

de José da Cunha
Editor: Mosaico de Palavras, julho de 2022 ‧
15,00€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
José encontrava-se num beco sem saída à beira-mar plantado. Na década de 1960, Portugal teimava em manter-se um país conservador, mergulhado no obscurantismo, amordaçado e pobre. Ainda por cima, em guerra, na África lusa, para onde eram encaminhados milhares de jovens.

Para fintar esse destino, José segue o exemplo de muitos oposicionistas, fugindo para França. Inicia-se então uma nova fase na sua vida, marcada pela descoberta da liberdade mas também pelo seu crescimento emocional, profissional, académico e cultural, que desemboca mesmo na famosa Universidade de Sorbonne, onde chega a conhecer o docente e exilado político Mário Soares.

Sem nunca deixar de conviver com os seus conterrâneos, tanto os emigrantes humildes como os fugidos às garras do regime, José vive tórridas relações amorosas com francesas livres de preconceitos e fidelidades, embora o seu coração se incline, lentamente, para uma tal Leonor, estudante de Medicina no Porto, com quem se escreve regularmente.

Regressará a Portugal no famoso "Comboio da Liberdade", poucos dias depois do 25 de Abril de 1974.

Fintou o Destino

de José da Cunha

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898921833
Editor: Mosaico de Palavras
Data de Lançamento: julho de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 233 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898921833

SOBRE O AUTOR

José da Cunha

José da Cunha Oliveira nasceu em 1949, em Atães, Gondomar, e vive na cidade do Porto desde os 16 anos.
Aos 19 anos ingressou na Força Aérea como voluntário, com o objetivo de evitar a sua participação em confrontos armados em caso de mobilização para a guerra do Ultramar. No entanto, devido a uma desobediência de cariz administrativo, foi obrigado a desertar da Base Aérea da Ota, após um ato libertário e de insubordinação que lhe valeu alguns dias de prisão, a expulsão da Força Aérea e a quase certa mobilização, no âmbito do serviço militar obrigatório, para um teatro da guerra colonial. Para fugir a tal inevitabilidade, foi a salto para França, donde viria a regressar mais tarde.
A Revolução de Abril de 1974 marcou a sua vida, a ele, que se considera incapaz de respirar sem liberdade. De religião não precisa, pelo que não segue nenhum credo.
Gosta de ler e escrever, de comunicar e de viajar, de praticar desporto e de criar amizades sinceras para toda a vida. O conceito família é-lhe também muito caro.
Como cidadão empenhado, foi presidente da Assembleia de Freguesia da Sé e deputado na Assembleia Municipal do Porto.
Apresentou trabalhos como autodidata em diversas exposições coletivas de Pintura e Escultura. No jornalismo, escreveu, entre outros, para os jornais O Norte Desportivo, O Primeiro de Janeiro, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias, revista Bancada (chefe de redação), Jornal Lagoa Transmontana (diretor) e Rádio Placard (Porto).

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU