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Faute De L'Abbe Mouret (La)/1cd Mp3/Pvc 24,99e

de Émile Zola
idioma: francês
Editor: AUTREMENT DIT, abril de 2010 ‧
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Le cinquième volume des de Zola est un récit attachant au style merveilleux. Rarement dans la langue française on a si bien écrit sur les fleurs, leurs parfums, les couleurs subtiles des roses, leurs attraits, leurs airs de bourgeoises ou de sultanes alanguies... de même que sur la naissance d'un amour édénique. Serge Mouret, ordonné prêtre à 25 ans, choisit d'exercer son ministère dans le petit village des Artaud, à quelques kilomètres d'Aix-en-Provence. Là, il sent monter en lui l'appel des sens, refoulé jusque-là par son éducation et le séminaire. Cet élan est attisé au contact des paysans. proches de la nature, et de leurs filles aux moeurs libres. Cette force se transforme en amour mystique pour la Vierge Marie. Zola décrit les nuits de veilles en prière, avec une grande tendresse poétique. Mais les extases et les mortifications finissent par le rendre gravement malade. II est alors confié au vieil athée Jeanbernat qui vit au Paradou, splendide propriété à l'abandon, avec sa nièce Albine, jolie fille de 16 ans, libre comme une belle plante sauvage. Albine va peu à peu réapprendre la vie à Serge. Dans ce Paradou, ce Jardin d'Eden à la végétation luxuriante, ils vivent comme Adam et Eve et découvrent peu à peu l'amour, et l'amour charnel... Zola fait preuve dans ce roman d'une maestria rarement atteinte dans la littérature française. Un roman un peu en marge, faussement naïf, très poétique, qui n'apporta pas le succès à son auteur : une enquête fut même demandée contre l'écrivain accusé de corrompre les bonnes moeurs et de ridiculiser l'Eglise.

Faute De L'Abbe Mouret (La)/1cd Mp3/Pvc 24,99e

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9782874450686
Editor: AUTREMENT DIT
Data de Lançamento: abril de 2010
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Caravelle Urbaine
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782874450686

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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